Archivo para 08, 2009

Ecumenismo

Há algum tempo escrevi esse post aqui, que se tornou um dos mais comentados no blog, especialmente pelos amigos católicos.

Queria deixar bem claro: não acredito em ecumenismo. Acredito em comunhão do corpo de Cristo, e acredite em mim: a única pessoa que sabe quem é o corpo de Cristo é o próprio.

Houje um rapaz comentou o post e disse as seguintes palavras (não editado, erros e escrita do próprio):

“Contei essa história, para voces, para que entendessem o meu ponto de vista com relação ao Ecumenismo, pois é isso que acontece por trás dessa boa ação, ouo seja, com o Ecumenismo, lideres Protestantes se infiltram na Igreja Católica, a fim de, sutilmente implantar ideais Protestantes no seio da Igreja Católica, e isso para mim é inaceitavel, pois, ao´passo que respeito o direito individual de cada um seguir a sua própria fé, luto por aquilo que acredito, e acredito mesmo, de que a Igreja Católica é a verdadeira Igreja.”

Fico feliz que ele pensa assim, pois eu também não creio no ecumenismo… e eu também creio que a Igreja Católica é a verdadeira Igreja, já que Católica significa Universal (não a do Edir, óbvio) (obrighado amigos da Canção Nova). A união de todo o Corpo de Cristo faz a Igreja Universal – καθολικος.

Abraços eclesiásticos,

Eduardo

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50.000

Quando dei por mim, o blog tava com 49.999 acessos. Algo precisava ser feito, e lá fui eu pro twitter:

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e logo depois, veio a resposta do Seloti:

25885411

O que ele ganhou, nem eu sei. Mas que merece algo, merece.

Muito obrigado a todos por termos chegado até aqui. Que o 100.000 venha mais rápido. ;)

abraços,

Eduardo

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Escrito por Eduardo Mano en Pensamentos Dispersos y tiene Ningún comentarios

Texto do Jornal Batista

Umas três ou quatro semanas atrás eu fui convidado pelo Fábio, editor do Jornal Batista, a escrever um texto falando sobre a relação dos jovens com os hinos, essas coisas. Não sei se posso ou não, mas disponibilizo aqui o texto para aqueles que não são batistas (ou, sendo batistas, não lêem o Jornal Batista). O texto sofreu algumas (e necessárias) edições do Fábio e foi publicado, creio há dois domings atrás.

–x–

O que o jovem pode aprender com os hinos?
Eduardo Mano - Casado com Eline Linhares e membro da IB Orla Sul

Meus pais contam a história de que, quando pequeno, eles e minha avó materna precisavam gastar algumas horas para me fazer dormir. Uma das soluções que encontraram foi me deitar de bruços sobre um dos braços, apoiar o Cantor Cristão sobre as minhas costas e cantar, hino após hino, até que eu finalmente dormisse.

Ao contrário do que um amigo sugeriu recentemente, isso não fez com que toda vez que eu ouvisse um hino logo pegasse no sono. Mas acho que vem daí o meu amor pela tradição musical batista.

Tenho 30 anos e, assim como a maioria dos meus amigos nessa mesma faixa etária, participei de diversas fases da música dentro da igreja. Cresci com os hinos, tive a benção de ouvir e ser influenciado pelo trabalho do grupo Vencedores por Cristo e pela turma que saiu dessa grande escola, vi quando a música “gospel” começou a estourar na década de 1990, acompanhei o surgimento da segunda onda do movimento de adoração nas igrejas e estou atento ao que está por vir.

O que aprendi disso tudo foi uma triste lição: nós, jovens batistas, temos pouco apreço por nossa tradição musical e pouco fazemos para entendê-la e propagá-la. Não me refiro apenas à tradição da música coral, mas ao louvor congregacional e à utilização de hinos no período de adoração cantada em nossos cultos.

Durante muitos anos fui membro de uma igreja tradicional, que aos poucos foi adequando o estilo de culto e hoje adota algo entre o tradicional e o contemporâneo. Algo que me deixa muito feliz lá é que os hinos são cantados com alegria e vontade. Não poucas vezes fiquei emocionado com as verdades bíblicas entoadas por aquelas vozes. Hoje sou membro de uma igreja jovem, com 10 anos de fundação, onde o estilo de culto é o contemporâneo, mas os hinos não foram esquecidos e são executados com arranjos modernos. Creio que esses são exemplos de como deveríamos tratar a música na igreja: com equilíbrio. Afirmo isto principalmente quando constato que temos uma baixa qualidade teológica entre os cânticos compostos nos dias de hoje.

Eu tenho uma banda, e como banda, eu e meus companheiros temos ido a algumas igrejas ministrar o louvor e algumas vezes também trazer a palavra (dos quatro membros da banda, três são ou foram estudantes de teologia). Dentro de nosso repertório fizemos arranjos para alguns hinos. Além disso, algumas de minhas composições têm estrutura semelhante a hinos. Algo que acho interessante é que os hinos e as músicas semelhantes a hinos têm uma excelente resposta das igrejas – seja pelo fato de fazerem parte da história das mesmas ou por gosto apenas. Não é raro alguém nos elogiar por mantermos os hinos vivos de alguma forma.

Creio que parte do descaso dos jovens com os hinos se dá pela aparente falta de apelo “pop” dos mesmos. Afinal, muitos dos compositores de hinos estão mortos, o que torna pouco provável sua aparição na mídia “gospel”. Além disso, muitos hinos tratam de assuntos “difíceis” como pecado, arrependimento, morte e transformação, temas nem sempre bem recebidos pela juventude cristã “pós-moderna”.

As verdades expressas nos hinos e verificadas na Bíblia permanecem e perduram nos dias de hoje por serem tão carregadas do sentimento de louvor e adoração a Deus. Ao não cantá-los, quem sai perdendo somos nós mesmos. Se quisermos ser relevantes para o mundo à nossa volta, precisamos encontrar a comunhão através da adoração a Deus entre nós, que somos corpo. Muitas vezes, no afã de conseguirmos novas almas, esquecemos de dar graças e ter comunhão por aquelas velhas almas que estão ao nosso redor aos domingos. Quando as gerações – velhos e novos – puderem cantar a uma só voz que “ao que está assentado no trono, e ao cordeiro, seja o louvor, e honra, e glória e o poder para todo sempre” (Apocalipse 5.13), então estaremos prestando nosso culto racional, equilibrado, onde gostos e preferências não têm vez, e sim a vontade em cada um de ver Cristo exaltado e glorificado para todo sempre.

Que nossos corações nunca percam o foco, que é Cristo.

–x–

Espero que a reflexão sirva para os irmãos. Forte abraço!

Eduardo

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Escrito por Eduardo Mano en Música, Pensamentos Dispersos, Teologia y tiene (2) Comentarios

Próximo Final de Semana

Final de semana com jornada tripla, começando na sext-feira.

SEXTA, 28 – IV ADORAÇÃO EXTREMA

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(
clique na imagem para ver o cartaz inteiro)

A programação começa na sexta-feira. Nesse dia eu vou pregar e fazer o louvor (sem a banda). Eis a programação completa (embora eu fique só na sexta):

SEXTA-FEIRA (28) -  inicio às 20H. Segue a programação

20H00 – Abertura e apresentação
20H15 – Adoração (Eduardo Mano)
20H45 – Mensagem (Eduardo Mano)

SÁBADO (29) – Inicio às 10H.

10H00 – Um café com o Pai
10H30 – Adoração // João Costa e amigos
11H30 – Fórum – Igreja e sociedade // Jonathan Batista
12H30 – Pausa (Almoço)
14H00 – Fórum – Adoração como ponte de relacionamentos // João Costa
15H00 – Fórum – Geração Emergente. O que é e para onde vai? // Léo Borges
16H00 – Fórum – Urgência no serviço local da igreja // Thadeu Kaiser
17H00 – Mesa redonda com todos os palestrantes
17H30 – Coffee Break
19H30 – Adoração // João Costa e amigos
20H30 – Ceia e encerramento

O Adoração Extrema acontece na
Igreja Metodista Ortodoxa em Jacarepaguá
Av. Geremário Dantas 233 – Tanque – Jacarepaguá – RJ

SÁBADO, 29 – CONGRESSO DA FAMÍLIA

na Missão Batista do Grajaú, Rua Rosa e Silva nº 93

DOMINGO, 30 – CULTO JOVEM

na PIB da Gávea, Rua José Roberto de Macedo Soares, 34

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Escrito por Eduardo Mano en agenda y tiene Ningún comentarios

Thiago Pethit

Não, o cara não é crente. Infelizmente preciso começar dizendo isso. Não infelizmente para mim, mas infelizmente para aqueles que não conseguem ver que há música boa fora do nosso arraial (muita mesmo, em maior quantidade).

Mas enfim, queria falar um pouco desse rapaz que conheci, por acaso, num programa da MTv (acho que era o acesso), tocando uma música animalescamente linda chamada Essa Canção Francesa. Ela é tão bonita que, antes de continuar, compartilho o clipe da mesma, igualmente animalescamente lindo:

Enfim, esse rapaz paulistano, que morou em Buenos Aires e estudou tango em terras hermanas faz música folk da melhor qualidade, lembrando Beirut (pelo menos eu achei). Mas o que me cativou mesmo foi a beleza da língua francesa. Um dia ainda vou cantar uma das minhas músicas em francês, aguardem (se o Pedro traduzir Tu és Deus, quem sabe não rola de bônus no CD novo?).

Daí hoje, dia de gripe e de não-trabalho em casa, resolvi buscar pelo cara no Google. E lé ele está. Achei o site dele (onde dá pra encontrar algumas coisas bem legais, inclusive diversas matérias já escritas sobre ele e seu som, o que garantem a qualidade) e o MySpace, onde – Deus é bom – achei um link para download gratuito do EP de estréia dele, em alta qualidade, na faixa. Ei-lo aí:

dowload2

Vendo e ouvindo o cara, não consigo deixar de pensar em como nosso Deus é gracioso (no sentido pleno da palavra), derramando de Sua graça comum sobre todos nós. Algo assim nasce dos lampejos que todos nós temos como reminiscências da criação de Deus, que somos.

Não sei quais são as convicções religiosas do cara, e não vou dizer que não gostaria de saber. Mas independente disso, o que ele faz é arte, nova, fresca e rica.

Baixem o EP, quem for de São Paulo, faça ainda melhor, compre o EP nos seguintes endereços:

Livraria Cultura do Shopping Villa Lobos
• loja Teu é o Mundo, na Alameda Tietê 43, lj 12.

Divirtam-se.

Eduardo

PS1 – No clipe, o hotel onde a menina está hospedada se chama Cherbourg: referência a uma cidade / região na França (peço ajuda aos universitários) e, na minha cabeça de teórico da conspiração, referência à lindíssima música do Beirut. Mas posso estar enganado.

PS2 – sacaram o nome da loja? Teu é o mundo. Sim, Deus, teu é o mundo, e tudo o que nele há. Amém. :D

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Escrito por Eduardo Mano en Faça um favor a si mesmo, Música, Pensamentos Dispersos y tiene (6) Comentarios

Comentário ao comentário

Smoking-Pipes

No post anterior eu disse as seguintes palavras:

“Calvino e Lutero bebiam. Chesterton e Spurgeon fumavam. A maioria dos pastores de hoje não fumam nem bebem… sacaram a relação?”

Algumas pessoas não sacaram a relação (especialmente no twitter) e não as culpo. Felizmente, hoje temos a capacidade de explicar nossas palavras na mesma mídia em que foram expostas antes (no caso, o post no blog). Estou divagando. Vamos ao comentário.

Não é segredo para ninguém quais são as minhas preferências teológicas. Lutero, Calvino, Chesterton, Spurgeon, Lewis, Piper, entre outros, formaram grande parte da minha espiritualidade e minhas convicções teológicas (mesmo que Chesterton fosse católico e contraditor ferrenho ao Calvinismo).

Minha intenção com a frase acima entre aspas não foi fazer apologia à bebida ou ao fumo. Minha intenção, antes, foi demonstrar como nós, cristãos atuais, damos muito mais atenção às praticas exteriores do que àquilo que vai no interior das pessoas. Para muitos crentes, alguém que bebe ou fuma NUNCA poderia ser chamado de cristão (confesso que já pensei assim), mas aquele que habita nos púlpitos com seu terno impecavelmente passado, cabelo e barba bem feitos (e em alguns casos escovados), esse sim é digno da alcunha de “homem santo”.

Há uma célebre frase de Martinho Lutero, a respeito da época em que a Reforma ocorreu, que diz mais ou menos assim: “… veja o quanto Deus pode fazer através de mim, embora eu não tenha feito nada além de pregar e orar. A Palavra fez tudo. Quem me dera ter iniciado uma conflagração em Worms. Mas enquanto eu estava sentado bebendo cerveja com Filipe e Amsdorf, Deus deflagrou um poderoso golpe no papado”.

Algumas pessoas podem ler uma frase delas e dizer coisas como “mas Lutero era alemão, a terra da cerveja. Era uma questão cultural”. Ótimo. Hoje o Brasil é mais “terra da cerveja” que a própria Alemanha, e além disso, temos a cachaça e a caipirinha, além do samba. Que tal sermos mais respeitosos com a nossa cultura? Por que de alguma forma, para nós, especialmente dentro da Igreja, a cultura dos outros é sempre melhor que a nossa.

Quanto ao fumo, em primeiro lugar afirmo que não sou fumante. Mas Chesterton, Spurgeon, C.S. Lewis e muitos outros homens importantíssimos para a história do Cristianismo eram. Quero ressaltar Spurgeon, pois há três histórias muito boas com ele e sua relação com o fumo.

A primeira é que um dia, seu mordomo fez uma aposta com ele de que ele, Spurgeon, não conseguia passar muito tempo sem fumar. Ambos entraram em acordo de que o mordomo só fumaria seu cachimbo no dia em que Spurgeon fumasse o seu. Uma semana se passou e o mordomo já não aguentava  mais ficar sem fumar, e Spurgeon ainda não havia acendido seu cachimbo. Eventualmente o mordomo voltou a fumar, mas Spurgeon permaneceu mais 4 meses sem tocar em cachimbos ou charutos.

Outra história é que, num encontro com D.L. Moody, este e Spurgeon tiveram a seguinte conversa: “Meu Deus, homem, você não acha que está fumando muito”, perguntou Moody. Spurgeon então respondeu: “Irmão, a única forma de eu fumar muito seria colocando dois charutos ao mesmo tempo na boca. Isso seria muito”.

A última, e mais interessante, é que a tabacaria onde Spurgeon comprava seu fumo um dia fez um anúncio dizendo que lá era o local onde o grande pregador fazia suas compras. Spurgeon, profundamente irritado com isso, nunca mais colocou os pés na loja.

Mais uma vez, é importante dizer que não estou fazendo apologia ao álcool ou ao fumo. A questão é que um homem pode ir por caminhos errados com a comida, com mulheres e com o dinheiro. Até mesmo animais e corpos celestiais já foram adorados em nossa história, e nem por isso eles foram abolidos. O cigarro me incomoda tanto quanto um bêbado me incomoda, mas não mais que um, pastor corrupto e fajuto me é incomodo.

Deus, no dia em que Samuel conhecia os filhos de Jessé para que um deles fosse ungido rei de Israel, disse: “o homem não vê como Deus. Pois o homem vê a aparência. Deus vê o coração”. Nós deveríamos dar mais atenção ao coração das pessoas, deixando as aparências de lado. Lutero, apesar da bebida, foi responsável pela Reforma Protestante e nos deu o direito de termos a Bíblia em nossa própria língua. Spurgeon, apesar do fumo, é considerado, até hoje, o Príncipe dos Pregadores.

É isso. Sei, por fato, que muitos vão discordar de mim. Mas é assim que sinto, e é assim que creio.

abraço,

Eduardo

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Escrito por Eduardo Mano en Pensamentos Dispersos y tiene (10) Comentarios

coisas

Voltando aos tão amados bullet points

• Existe a grande (grande mesmo) possibilidade de você ter me lincado em seu blog e eu não ter retribuído a gentileza. Isso deve acabar. Sendo assim, caso esse seja o caso, deixe seu nome e endereço aí nos comentários, que eu resolvo o pobrema.

• Comprei um teclado novo pro computador. E também um óculos escuro para minha esposa. Ela me comprou um tênis, e ambos compramos um jogo de cama.  Depois, Outback. Comemoração? Não, felicidade mesmo*.

• Falando da minha esposa, vou escrever um post falando a respeito dela. O post é mais direcionado às meninas… that’s all I have to say for now.

• Calvino e Lutero bebiam. Chesterton e Spurgeon fumavam. A maioria dos pastores de hoje não fumam nem bebem… sacaram a relação?

*Comprar coisas e gastar dinheiro não traz felicidade, e nem é a melhor forma de exprimir felicidade. Devo saber deixar minha esposa feliz mesmo sem comprar nada para ela, mas quem é casado sabe: um agrado de vez em quando não faz mal a ninguém. De qualquer forma: em todo tempo, Deus é nossa fonte de alegria, não coisas.

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Escrito por Eduardo Mano en Pensamentos Dispersos y tiene (5) Comentarios

MySpace

my_space

Eu atualizei (no sentido de troquei textos e músicas) nosso myspace. O design tá a mesma porcaria de sempre, só o conteudo mudou. Quanto ao design, já estou tomando providências…

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Escrito por Eduardo Mano en Música y tiene Ningún comentarios

perspectiva, pt.2

Meu amigo (e melhor designer que eu) Josué Ribeiro me passou a letra da música Laghing With, da Regina Spektor, por ter achado que se encaixava com o post perspectiva. Eu concordei com ele.

Queria que você ouvisse a música. A letra, em inglês, você encontra aqui (não consegui colocar a danada aqui de jeito nenhum). A tradução “simultânea”, você acha aqui.

Interessante isso. Quando a gente tá na pior, não ri de Deus. Fica bravo, faz promessas… passa ater uma atitude ativa em relação a Ele. Mas rir… ninguém faz isso.

abraço, e mais uma vez, valeu Josué!

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Escrito por Eduardo Mano en Música, Pensamentos Dispersos y tiene (1) Comentario

Poderoso Deus

Essa música foi lançada há uns 8, 9 anos, acho. Talvez até mais. Composta pelo Missionário Antônio Cirilo para o 3º CD do projeto Santa Geração, a música utiliza versos do Apocalipse e de Salmos para falar de forma simples (e muito bonita, na minha opinião) que só Deus é digno de louvor e honra, e que é Dele o domínio sobre tudo que há por aqui.

Enfim. Nesse final de semana um amigo me falou que tinha um vídeo do Pr. Roberto Diamanso tocando essa música. E que além disso meu amigo Bruno Albuquerque estaria tocando com ele. Eu duvidei. Mas, ah, algumas coisas precisam ser vistas. E eis aqui o vídeo.

Não coloquei isso aqui para “criticar”. Coloquei pois achei que era algo que precisava ser visto, em especial por aqueles que querem criar uma ruptura entre os que se dizem artistas cristãos e os que se dizem ministros. Todos, sem excessão, fazem arte. Todos ministram.

E além do mais, no Sarau da Comuna, o Diamanso foi o único a apresentar uma resposta coerente e acertada quando perguntado sobre o tema.

Bem, é isso. Fiquei feliz com o vídeo, pois gosto muito do Diamanso, do Bruno e da música em questão.

um forte abraço,

Eduardo

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Escrito por Eduardo Mano en Música, Pensamentos Dispersos y tiene (2) Comentarios