Archivo para 01, 2010

Bootleg Oficial

Se você quer saber um pouco mais do que é um bootleg, clique aqui.

Hoje em dia é quase que normal uma Igreja contar com mesa de som e algum computador ligado à mesma (ou ainda algum tipo de gravador digital). Em muitas das igrejas nas quais passamos estes equipamentos estão disponíveis, mas nem sempre gravamos alguma coisa.

Bem, nessa minha ida à São Paulo, o Eber sugeriu que gravássemos o áudio e o vídeo do culto. O vídeo já está aí para vocês verem, alguns posts abaixo. E o áudio eu tenho o prazer de liberar para vocês agora. :) Mais uma empreitada nossa, mais uma oferta gratuita a vocês.

Infelizmente dessa vez não tem a banda. Fui à SP sozinho, então o som que vocês ouvem é produzido pela banda da PIB em Cidade São Jorge, Santo André. Eis os dados:

A Banda:
Voz e Violão: Eduardo Mano
Violão: Eber Helom
Contra-baixo: Saulo Lima
Percussão: Lucas Batista
Bateria: Diego Henrique

Músicas:
01 – Senhor Te Quero (Vineyard)
02 – Ele é Exaltado (Twila Paris / Adhemar de Campos)
03 – Reina em Mim (Vineyard)
04 – Quebrantado (Vineyard)
05 – Tu és Deus (Eduardo Mano)
06 – Mais Chegado… (Eduardo Mano)
07 – E Se… (Eduardo Mano)
08 – Outono (Eduardo Mano)

Para baixar, clique na arte feita pelo Eber (no pacote, além dos MP3, tem um encarte em PDF feito também por ele).

O áudio não está perfeito, bem como a execução das músicas também não. Há alguns momentos em que pode-se ouvir um humming vindo do cabo do baixo. Você CERTAMENTE ouvirá minhas desafinações, aquela coisa toda. Esse material não é um lançamento oficial da banda, é apenas algo para quem quiser ter. Nada demais. Não esperamos os mesmos mais de 1300 downloads do Esperança.

A idéia é que, sempre que conseguirmos algo assim, colocar aqui como um bootleg oficial. Certamente outros virão.

Um abraço,

Eduardo Mano

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Samuel Úria, parte 2

E o fascínio que este português (e não só ele, mas a galera toda da Florcaveira) exerce sobre mim não tem fim. Queria eu ter um décimo do que esse cara tem de talento no bigode.

Eis o blog do rapaz. Vale a visita.

E eis uma BELÍSSIMA rendição de “pequena vila de belém”, clássico natalino das igrejas protestantes. Como eu sempre digo: natal e páscoa davemos comemorar todos os dias. Celebremos o nascimento daquele que É Senhor, Salvador e nosso.

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Vídeos

Como (alguns de) vocês sabem, no último fim de semana estive em São Paulo para conhecer o sistema público de saúde e para tocar em duas igrejas. Eis os vídeos: São dois com a banda da Igreja (Mais Chegado e Tu és Deus) e duas no gogó (E Se e Outono, com direito a desafinação, esquecer letra e tudo mais).

Espero que gostem! :)

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Escrito por Eduardo Mano en Música y tiene (1) Comentario

Samuel Úria

Você não deve conhecer muita coisa do rock português, não é mesmo? Não me refiro ao rock cantado em português, mas sim o rock feito pelos nossos colonizadores. Tem muita coisa boa sendo feita lá, de forma independente. De maneira geral, eu indico as bandas lançadas pelo selo Flor Caveira, dentre eles Tiago Guillul (pastor reformado e panque roquer), Os Pontos Negros (de quem você pode, com paciência por causa do Rapidshare, baixar um EP gratuito aqui) e Diabo na Cruz (que faz um som folclórico / hardcore / sertanejo, segundo os próprios).

Queria gastar algumas linhas aqui falando do Samuel Úria, pois durante a viagem de volta de São Paulo, uma das músicas de seu mais recente disco me levou às lágrimas.

A música se chama Império, e por eu não ter entendido muito bem o português de portugal, acabei entrando em contato com o próprio Samuel, pedindo a letra da música. Eis aí abaixo um vídeo da canção sendo executada ao vivo, e a letra logo em seguida (com algumas sinalizações minhas, de partes que achei muito boas).

Império (Samuel Úria)

Acredito que depois de morto serei solto.
Para isso não tenho que ser bom,
Tenho que ser sério.
Não contabilizo as boas acções,
Palavra de escuteiro.
Sem contas de cabeça vou marchar pelo Império.

As leis da estoicidade ligam a sirene.
Pedem que abrande o riso,
Tenho que ser sério.
E ao mandarem-me encostar
Não tiram a mão do coldre.
Deixo o carro e vou marchar pelo Império.

O caminho é estreito demais para o meu ego,
Mas para me tornar numa criança
Tenho que ser sério.
Não é a estrada que se alarga,
Sou eu que me apequeno.

A passo de bebé eu vou marchar pelo Império.

Ser imperialista é coisa tida do passado;
Pra me mostrar tão certamente errado
Tenho que ser sério.
E ao queimarem-me a bandeira
Seguram o facho.
Com orgulho inflamado vou marchar pelo Império.

“Faço o bem que quero e o mal que não quero não faço”.
Estava a brincar com a verdade
E tenho que ser sério.

A mão à palmatória e à geada
Para ter coração quente.
Sem estrada congelada vou marchar pelo império.

Sei mais da eternidade que do amanhã,
Mas para um futuro risonho
Tenho que ser sério.

Pedir a mão para não perder o pé
E saber pedir perdão.
Com a carga aliviada vou marchar pelo Império.

Uma música linda, de verdade, como não ouvia há algum tempo. Não tentem entedê-la de outra forma, senão do jeito que é: um dia estaremos marchando juntos no Reino de Deus.

Tente não baixar o material. Sei que o preço deles é em Euros (no site da Flor Caveira tem uma loja), mas faça um esforço. Se você tem algum amigo que vai ao velho continente esse ano, encomende alguns CDs deles, que são vendidos nas lojas FNAC de lá, pelo que entendi.

Não tenha preguiça de conhecer coisas novas.

Marcharemos no Império… :)

Eduardo Mano

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Escrito por Eduardo Mano en Música y tiene (5) Comentarios

Em São Paulo, 4

Último post da série. Agora é de verdade.

Acordei no domingo ainda com sono. Eline não foi comigo à Igreja do Senhor Jesus pela manhã, como fomos dormir muito tarde, ela ficou em casa descansando. Fui de metrô até a Igreja, na Av São João, e lá fui muito bem recebido pela galera.

O convite para ir até lá foi feito pelo Marcelo, líder da Igreja e um cara extremamente divertido. Ele conheceu o nosso trabalho quando fazia uma pesquisa para um sermão que ia pregar, e acabou chegando nesse vídeo nosso. Acabou que deu tudo certo (a nossa ida já programada à SP e o dia vazio) e fomos para lá.

O culto correu bem, com o bônus de ter conhecido pessoalmente dois amigos virtuais: a @keerolz e o @isaacpalma1. Gente muito boa. Lamento apenas ter sido levado logo da igreja, e acabou não dando pra conversar melhor (além do tímido “e aí… o que acharam?”). Teve também um rapaz que mostrou-se muito tocado com a música “E Se…”, o que foi totalmente inesperado. Eu nem ia tocar a música. Deus sabe melhor.

Depois do culto, Marcelo e seu filho Luca (ou Lucca?) foram comigo pegar a Eline para irmos almoçar. Chovia torrencialmente no bairro onde ela estava. A chuva, falando nisso, precisaria de um capítulo à parte nesse “diário”. Pegamos Eline e o Marcelo nos levou para almoçar em sua casa, onde conhecemos sua esposa Flávia e sua outra filha Laura. Família linda, de verdade. Gente boa e comida boa à mesa dá samba. E como estávamos em SP, o samba é de alta estirpe, remetendo ao grande Adoniran Barbosa.

Precisamos sair de lá rápido por conta de nossos horários: Eline voltaria ao Rio à tarde, e eu ainda iria para Santo André, onde tocaria à noite na PIB Cidade São Jorge, a convite do amigo Eber Helom.  Desnecessário dizer que os horários (por conta da chuva) não foram mantidos.

Fui para Santo André (e Eline para o Rio) e lá ensaiei com a banda da Igreja, pois além das minhas músicas, faríamos o louvor. Escolhemos três músicas da Vineyard mais um cântigo “de outrora” e eles me acompanharam em duas músicas (Tu és Deus e Mais Chegado…). Além dessas, toquei Outono e E Se.

A equipe de louvor da Igreja mandou muito bem. Infelizmente não me lembro do nome de todos, mas o Eber está fazendo um excelente trabalho como líder da equipe. A única coisa que atrapalhou foi eu ter participado. Os garotos mandam bem de verdade, como vocês verão.

O culto foi gravado (áudio e vídeo), então logo teremos coisas novas por aqui.

Após o culto, fomos para a casa do Eber, onde jantaríamos e de onde eu partiria para o Rio. Dona Judith nos recebeu com uma refeição deveras saborosa, e fomos agraciados com o bom humor de seu Antônio, um homem simples mas com um coração absurdamente grande, além de muita sabedoria. O pastor George esteve lá com sua família e pudemos conversar um pouco mais.

Durante a janta Eline me ligou da estrada dizendo de como, por causa das chuvas, a viagem estava complicada. Resumindo: passei a noite em Santo André, na casa do Eber. Momentos agradáveis.

Cheguei no Rio ontem (segunda) à noite e… já com os dois pés no peito de uma semana punk.

Esse tempo em São Paulo foi muito bom e proveitoso. As pessoas foram maravilhosas, as conversas agradáveis e a graça, sempre multiforme.

Deus abençoe a todos. Obrigado pela paciência em ler as minhas divagações, que certamente valem mais a mim do que a todos.

Um abraço,

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Escrito por Eduardo Mano en Novo CD,Pensamentos Dispersos,agenda y tiene (3) Comentarios

Esclarecimento

Há algum tempo atrás  eu escrevi a respeito de uma “mensagem” que ouvi de um “pastor”, a respeito do que a Bíblia diz que podemos, somos e sei lá mais o quê. O post você encontra aqui.

Gostaria de dizer umas palavras. Em primeiro lugar, as pessoas jogam Romanos 2:1 em cima de mim, pelo lance de julgamento. Esquecem elas que, fazendo isso, estão também julgando. ;)

Em segundo lugar, de verdade: cada um vai responder a Deus pelos seus atos. Eu responderei pelos meus, não tenho dúvida disso. Portanto vocês também não precisam ter dúvidas disso.

Em terceiro lugar, pastor (evangelista, missionário, ministro…) para mim é quem prega o Evangelho da Cruz de Cristo. O Evangelho da Graça. Qualquer um que coloca jugo em cima das pessoas, qualquer que seja (de saúde, financeiro, enfim…), prega vento de doutrina e é falso mestre. Isso quem diz é a Bíblia, e não eu.

Essas pessoas, de fato, carecem tanto da graça e da misericórdia de Deus quanto eu e você. De fato, somos todos desgraçados.

Isso não é um pedido de desculpas. Caso você tenha se sentido ofendido por algo que eu disse, nesse caso sim, ofereço minhas desculpas a você, mas peço que leia e busque na Bíblia por respostas.

Estou aberto a trocar uma idéia com quem quiser. Mas por favor, não venha com os dois pés no peito, como muitos dos comentaristas já vieram, pois essa atitude também não é nem um cadinho bíblica, ok?

Um abraço. Somos um pelos laços do amor… não do dinheiro.

Eduardo

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Revista Foursquare

Há um tempo atrás saiu uma resenha do nosso primeiro EP (Canções para Grupos Pequenos) na Revista Foursquare, veículo de comunicação da Igreja do Evangelho Quadrangular. O Everson, amigo de longa data, foi caridoso conosco e escaneou a página da revista para nos mandar. Não reparem no lado esquerdo da página, teve um errinho de digitalização.

Ele também indicou o post sobre bandas (o quarto abaixo desse). Valeu pela ajuda e divulgação, amigo!

abraço,

Eduardo

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Em São Paulo, 03

Bem, vamos à penúltima parte da aventura. Na verdade deve ser a última, mas enfim…

Voltemos à sexta-feira. O dia começou muito bem. Como vocês bem podem se lembrar, eu atualizei o blog de uma ln house no bairro de Santana, e depois rumei para a estação Sumaré do metrô, para encontrar com o Eber Helom e almoçar com ele. Almocinho bom esse, diga-se de passagem. Não tão bom, no entanto, foi o que veio a seguir.

Voltei do almoço com o Eber direto para a casa onde estávamos (eu e Eline) hospedados, do Jota e Ester Mossadihj, quando comecei a sentir um incômodo do lado direito do corpo. desnecessário é dizer que o incômodo não passou, e imaginei que se tratava de uma cólica renal (com base em experiências anteriores, claro). Após uma hora e meia de sofrimento silencioso (além de muito suor e dois banhos frios), decidi que a dor não iria passar rapidamente (como aconteceu das outras vezes) e perguntei para a sogra do Jota, que cuidava de seus filhos, se ela sabia onde ficava o hospital mais próximo. Acho que deixei ela em pânico.

Ligamos para o SAMU. Depois de 40 minutos, nada. Segunda ligação, e eles disseram que demoraria mais uns 40 minutos para chegar.

É importante dizer o seguinte: se você já teve uma cólica renal aguda, sabe que a vontade de pegar uma faca (dessas sem serra, de passar manteiga no pão) e cortar seu rim fora não é algo totalmente descartável.

Ester chegou e com isso fomos de táxi ao hospital. Pedi que ele fosse o mais rápido possível, e ele atendeu, sem pestanejar. O atendimento no Hospital São Paulo foi excelente. Mas tiveram alguns momentos bem interessantes, par mim. O primeiro deles é que, por ter familiares e amigos em SP, TODOS ficaram sabendo o que estava acontecendo, e TODOS queriam ajudar de alguma forma. Meu tipo é pastor em uma igreja na Mooca, mas estava fora da cidade. Então ele pediu que seu pastor auxiliar fosse em meu auxílio (piada pronta imperdível). O Pr. Oswaldo Duduch ficou lá conosco (a essa hora Eline já tinha chegado no hospital) até irmos embora.

Outra coisa foi que, assim que chegamos, após fazer a triagem, eu precisei ir … bem… vomitar. E acabei fazendo isso na entrada do hospital. Um homem se levantou até mim e disse que falaria com uma enfermeira para que me atendessem logo, pois viu que eu estava mal. Ele disse que estava passando mal, mas que naquele momento, ele estava um pouco melhor que eu e que poderia ser atendido depois. Não atenderam o pedido dele. Ele estava lá para seu tratamento contra a AIDS.

Foram horas de muitos contrastes. No início, eu estava orando, prometendo a Deus que faria o que Ele pedisse caso Ele fizesse a dor passar. E depois de tanto tempo, às 22h, quando sai do hospital, é que pude contemplar a Graça e Misericórdia de Deus traves do amor das pessoas próximas.

Enfim, dormi mal, mas sem dor. Acordamos no sábado e fomos, eu e Eline, para a rua 25 de março.

Ela conheceu o submundo.

De lá fomos encontrar com minhas primas Uma se mudou para SP há uma semana, e outra estava de passagem. Passeamos com eles e depois fomos jantar. No restaurante, encontramos com o Ariovaldo Ramos. Surprise, surprise.

Voltamos para a casa de nossos hospedeiros e dormimos. O dia seguinte era domingo, e muita coisa aconteceria… e aconteceu, de fato. Mas, para alterar minha previsão anterior, o último post da série vem amanhã.

Um abraço!

Eduardo

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Escrito por Eduardo Mano en Música,Novo CD y tiene Ningún comentarios

Em São Paulo, 02

Outro dia, outra lan house. Indo para a Av. Paulista (ou melhor, perto) para almoçar com Eber Helom (em cuja igreja eu toco no domingo à noite). Ontem o dia foi hiper cansativo, e quase terminou com o saldo positivo de um cavaquinho. Quase. Faltaram apenas 230 reais.

Até mais,

Eduardo

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Escrito por Eduardo Mano en Pensamentos Dispersos y tiene Ningún comentarios

Em São Paulo, 01

Estou, neste exato momento, em uma lan house. A cadeira está torta. Respondi alguns e-mails e alguns comentários do blog, e já estou de partida rumo à Teodoro Sampaio. Se você é músico, sabe do que estou falando.

abraço!

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Escrito por Eduardo Mano en Música y tiene Ningún comentarios