Archivo para 08, 2010

Meu avô, meu pai e eu

Post longo. Aguente firme.

Acho que já contei por aqui que meu avô era pastor. Se não contei, aí está: meu avô era pastor. Trabalhou em diversas igrejas auxiliando estas na transição de ministérios pastorais, às vezes ficando apenas por um, dois anos em cada uma. Infelizmente para mim, quando ele faleceu eu não tinha uma dimensão correta daquilo que ele representava para muita gente. Não tinha idéia de quantos livros ele tinha escrito. Não tinha idéia do quão querido ele era pelos seus ex-alunos de seminário (onde foi professor de hebraico e grego – encontre um seminarista que domina ambas e sinta-se sortudo, quanto mais alguém que esteja apto a ensinar ambas).  Mas acima de tudo isso, ele foi pai do meu pai.

Meu pai se chama Amurabe Farel Bernardes de Andrade (Amurabe vem do Código de Hamurabi, e Farel, do Reformador Wilhelm Farel). Não seguiu os pasos do pai, e é arquiteto. Acho que sou feliz por isso… Casou-se com minha mãe, Christina Borges Mano Bernardes de Andrade, médica, e tiveram três filhos: eu, Luciana e Juliana. A foto que ilustra o post é do casamento da Juliana. Ambos estão acostumados à grafia errada de seus nomes. Vivem na região serrana do Rio numa casa CHEIA de cachorros. :)

Eu os amo muito. Esse tipo de frase sempre merece um parágrafo à parte.

Meu pai começou a escrever textos de suas devocionais, e acabou me mostrando alguns deles. Como disse no twitter, e também disse para ele, os textos me falavam mais que muitas das pregações que havia ouvido nos últimos dois anos, e também me ensinam mais do que aprendi no Seminário. Sério, não tô exagerando. Não sei como eles soarão para outras pessoas que os lerem… talvez eles façam ainda mais sentido para vim por virem de quem vêm… mas como eu já disse a ele, acho que outras pessoas poderiam tirar proveito das devocionais.

Além do que, eu DUVIDO que alguma devocional que você tenha lido recentemente cite o profeta naum. ;)

Fiquem, portanto, com a última devocional que ele me mandou. Espero que abençoe vocês.

–xx–

É razoável esta tua ira?

3:10 Viu Deus o que fizeram, como se converteram do seu mau caminho, e Deus se arrependeu do mal que tinha dito lhes faria, e não o fez.
4:1 Mas isso desagradou extremamente a Jonas, e ele ficou irado.
4:2 E orou ao Senhor, e disse: Ah! Senhor! Não foi isso o que eu disse, estando ainda na minha terra? Por isso é que me apressei a fugir para Társis, pois eu sabia que és Deus compassivo e misericordioso, longânimo e grande em benignidade, e que te arrependes do mal.

A historia de Jonas está entre aquelas que nos acostumamos a ouvir desde o berçário das igrejas, isto é, aqueles que tivemos essa oportunidade de freqüentar uma igreja evangélica desde a mais tenra idade.

Li esse livro certamente mais vezes do que li a bíblia toda e ouvi varias meditações com ênfases na relação dos três dias que Jonas passou dentro do grande peixe e sua relação com a morte e ressurreição de Jesus, na oração de arrependimento de Jonas e na renovação de seus votos para com Deus.

Confesso que boa parte de minha vida me incomodou esse final meio “seco”, “incompleto” e “repentino” da historia. Fique muito tempo com a sensação de que faltava alguma coisa, mas, confesso que nunca me senti estimulado a ir mais fundo na historia.

Recentemente Deus me fez perceber mais uma perspectiva para essa narrativa. Fato já bastante sabido, Nínive era a capital da Assíria. Os assírios eram um povo inimigo, extremamente cruel e que foi usado por Deus para castigar o povo de Israel e de Judá. Sua crueldade era tal que, após conquistar e saquear uma cidade ateavam fogo e ainda cobriam a terra com sal para que ficasse improdutiva.

É exatamente para esse povo que Deus envia Jonas para pregar o arrependimento!

Jonas não é nada diferente dos cristãos de hoje. Na verdade, é um exemplo perfeito. Queremos ser mensageiros de Deus para aqueles que julgamos merecedores da salvação. Jonas fugiu de Deus indo em direção oposta exatamente por já ter julgado e condenado os ninivitas. Esse povo não tem perdão. Não existe possibilidade de arrependimento e conversão.

Quando penso nos “criminosos seriais”, nos estupradores, nos pedófilos, enfim, naqueles que aniquilam suas vitimas com requintes de crueldade e impossibilidade de defesa, sou levado a pensar que para esses a cadeia é premio. Acontece que eu não conheço os planos de Deus para essas pessoas. Pensando assim, deixando que esse pensamento inunde a minha mente e o meu coração, não consigo me colocar como veículo do amor e da graça de Deus. Não consigo permitir que Deus mostre o seu amor através de mim.

Foi assim com Jonas e é assim hoje. Não queremos levar uma mensagem de arrependimento e do amor de Deus porque o nosso coração está cheio de ódio e já sentenciou a morte espiritual para aqueles que julgamos monstros.
Após a mensagem de Jonas surtir o efeito pretendido por Deus, isto é, o arrependimento sincero do povo de Nínive, Jonas ora a Deus deixando bem claro que os atributos de Deus que pregamos e sabemos que existem para todo aquele que nele crê, exatamente esses atributos o desagradaram profundamente, levando-o a ira.

Jonas sabia que não seria a sua mensagem e sim o grande amor e a misericórdia de Deus levariam aquele povo cruel a se livrar de um grande castigo de Deus.

Talvez ele ficasse mais feliz se estivesse no lugar de Naum que cem anos depois profetizou a destruição total desse povo que, nessa oportunidade, não se arrependeu, ao contrario, achou que estava imune, pois não via qualquer risco entre os frágeis inimigos à sua volta.

Mas foi exatamente por conhecer o Deus da mensagem que ele sabia que o povo seria perdoado. Mas ele não queria que esse povo fosse perdoado!

Jonas mesmo foi objeto do perdão e de uma nova oportunidade quando arrependido orou a Deus após três dias no interior do grande peixe, mas foi incapaz de perceber que essa misericórdia de Deus precisava ser estendida aos ninivitas.

É razoável esta tua ira? Jonas ouviu esta pergunta de Deus por duas vezes, ambas descritas no capítulo 4. Será que essa pergunta continua ecoando hoje em nosso coração?

Escrito por Eduardo Mano en o amor é lindo,Pensamentos Dispersos,Teologia y tiene (5) Comentarios

Pré-Mix Preview

Enquanto o CD não fica pronto, estamos colocando para download duas faixas da Pré-Mix. Para quem acompanhou aqui no blog e pelo twitter a gravação do CD, saiba que as faixas são exatamente aquilo que gravamos, sem tirar nem por. :)

As faixas selecionadas para esse preview foram Verdades Eternas, música nova que vem um pouco na pegada do Esperança (voz e violão) e Tu és Deus, música já bastante conhecida da galera aqui, mas agora repaginada.

Além disso, no pacote você encontra as cifras de ambas as músicas e um background para seu desktop. Porque sabemos que TODOS adoram brindes.

Para baixar, você já sabe a rotina: clica no banner abaixo e segue as instruções.

Lembrando, as faixas são da pré-mix, e não do CD final. Isso significa um monte de coisas, mas principalmente, que o que você vai ouvir não é o mesmo que vai sair no CD. Espere por um resultado melhor. ;)

É isso. Esperamos que gostem, e orem por tudo que vem por aí.

abraço,

Eduardo Mano e Os Tapetes Voadores
@eduardomano

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Nesta Semana

Amigos,

Como alguns de vocês sabem, nosso CD já está sendo mixado pelo habilidoso Jordan Macedo, e em breve já o teremos em mãos. Mas para tornar as coisas um pouco mais animadas, esta semana vamos liberar três faixas para download da pré-mix. Isso vai acontecer da seguinte forma:

Duas das faixas estarão disponíveis aqui no blog, e a terceira faixa estará disponível apenas pelo Twitter, pelo Tweet for a Track. Não se irrite com o sistema, ok? ;)

O que são pré-mixes? As pré-mixes são as faixas do CD sem o devido acabamento. Ou seja, alguns instrumentos estão mais altos que outros, nem todos os efeitos estão bem definidos. Mas fechamos o material de forma que a qualidade não esteja ruim (alguns amigos já ouviram e aprovaram) (y).

Estamos liberando a pré-mix, e não o material final, pois dessa vez faremos CDs mesmo, físicos. Então quem baixar não vai se arrepender de comprar o CD depois, pois as mesmas estarão com um acabamento diferente.

Além disso, o CD estará à venda aqui no blog e em algum outro lugar da Net, a definir ainda. Não vai ser caro e ainda vai ter uma surpresa, pode esperar. ;)

Por enquanto é isso. Nesta semana teremos downloads, oh yes! Fique ligado.

Um abraço,

Eduardo Mano

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Adoniran Barbosa

Adoniran foi (é) um dos maiores nomes do samba nacional. Só não reconhece quem acha que pagode é samba. Ele se especializou em narrar o dia-a-dia e as histórias de São Paulo de uma forma extremamente bonita, simples, cheia de erros propositais de português e da influência italiana. Compôs inúmeros sambas, a maioria de grandíssimo sucesso na sua voz ou interpretado por nomes como Elis Regina e os Demônios da Garoa (além de Fundo de Quintal e os Originais do Samba, responsáveis por uma excelente versão de Saudosa Maloca, com os “jogascascaspralá”).

Eu comecei a ouvir os sambas do Adoniran nas vozes do Demônios da Garoa por influência do meu pai, e nunca deixarei de ser grato a ele por isso. Músicas como Saudosa Maloca e Iracema me deixam muito emocionado, por imaginar as situações nelas descritas. Já Samba Italiano, Tiro ao Álvaro, Samba do Arnesto , todas para mim têm cara de São Paulo, as ruas, os botecos, os bairros.

Dessas que falei, Saudosa maloca é minha favorita. Ela é melancólica, triste e de certa forma me fala sobre muitas coisas que nem sei explicar. Sacou?

Bem, ouçam aí a versão dos Demônios da Garoa, que para mim é a melhor, seguida da versão excelente dos originais do Samba (que tinha o Mussum como membro).

É isso. Momento samba. Procure outros vídeos do Adoniran no Youtube, que tem muita coisa boa por lá.

abraço,

Eduardo

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Que tal?

por enquanto, apenas uma idéia…

Escrito por Eduardo Mano en Pensamentos Dispersos y tiene (7) Comentarios

Sobre a matéria da Revista Época

A Revista Época, na edição desta semana, tem como matéria de capa o seguinte texto: “Os novos evangélicos. Um movimento de fiéis critica o consumismo, a corrupção e os dogmas das igrejas – e propõe uma nova reforma protestante”.

Um título bem longo, como vocês podem ver. Eis a capa aí em cima pra não me deixar mentir.

A matéria, cujo título interno é bem melhor, foi (muito bem) escrita por um cara chamado Ricardo Alexandre que, ao que tudo indica, é evangélico também (coisa que notei ao ler o texto e, inclusive comentei com a Eline – isso não tira em nada do mérito do cara, já que o texto é realmente bom). Quer dar uma lida? clique aqui. Até aí, uma boa novidade: uma matéria na mídia que não fala mal dos evangélicos! Mas tinha mais uma notícia.

Sábado. Estávamos eu e Eline na rodoviária indo pra casa dos meus pais, comemorar o dia dos pais. Em algum momento eu estava checando os e-mails (coisa que acaba em outubro – minha internet móvel, não o checar e-mails) e o Bruno, nosso editor / diretor / assessor / homem da agenda disparou algo como “Eduardo Mano na Época”. Achei (óbvio) que era brincadeira mas fui lá conferir, e era verdade:

Refeito do susto, comprei a revista e fui pra Petrópolis. Durante a tarde de sábado até após o almoço de domingo, a única coisa que fiz foi acompanhar a repercussão do texto no twitter. Ler a matéria mesmo, só fiz domingo à noite, já em casa. Gostei da matéria, de verdade. E à luz da mesma, e de tudo que já foi falado, queria também dar meus 10 centavos de informação, no já clássico formato eleito para informações: bullet points.

• Eu gostei, e muito, de ter sido citado pela matéria, pelo principal e simples motivo de … ter sido citado. Concordo com diversos dos pontos levantados na matéria (como qualquer amigo meu sabe e todos os que acompanham o blog também sabem). Creio que todos na banda tenham motivos de felicidade nessa citação, o que me leva ao segundo ponto.

• Sempre que uma citação dessa for feita, relacionada à música e ao empenho em tornar as coisas do Reino mais dignas do nosso Rei, pode ter certeza que o nome citado deveria vir acompanhado de “e Os Tapetes Voadores”. Mas como não veio, saiba que o Sandro, o Cadu, o Léo e o Josué também foram citados (mesmo que indiretamente) na matéria. Não adianta: mesmo que vez ou outra eu vá sozinho a um compromisso, ou acompanhado de parte dos Tapetes, de fato todos vamos – lá estão eles comigo pois os levo no coração. São, como eles sabem, parte da minha família.

• Preciso olhar o texto a partir de outra perspectiva, e isso não quer dizer que o mesmo está errado e que eu estou certo, é mais uma questão de evocar alguns nomes e pessoas à esta história toda. Não creio que esse movimento seja, como diz o artigo, “novo”. Creio que ele é continuidade de algo ainda mais antigo, até mesmo anterior ao surgimento do neo-pentecostalismo. Teologicamente, por exemplo, grande parte dos nomes lá citados (além de uma multidão esquecida) já luta por uma mudança de pensamento eclesiológico já há algum tempo (de 20 a 30 anos, pelo menos). Musicalmente, então, nem se fala. Se hoje eu, o Lucas, o Hélvio, Palavrantiga, Tanlan e Crombie fazemos o que fazemos é porque muitos outros trilharam esse caminho antes de nós, nomes como Vencedores por Cristo, Grupo Elo, Logos, Rebanhão e Jovens da Verdade (citando apenas alguns) já faziam isso há 20, 30, 40 anos atrás. Mas isso não é uma crítica em si, é apenas um alerta para aqueles que desconhecem disso. Não há nada de novo debaixo do sol.

• Bandeiras. Embora nenhum dos citados nunca tenha levantado (ao menos que eu saiba) uma bandeira pela “nova reforma protestante”, todos levantam alguma bandeira. A nossa, como todos vocês sabem, é a da coerência teológica, da “música de igreja”, da educação dos santos. Quem nos conheceu no “Canções para Grupos Pequenos”, sabe o que esperar dos outros trabalhos. Embora não tenhamos pedido por essa citação, de certa forma ela é bem-vinda, pois reflete muito do que cremos.

• Dois ditos populares me vêm à mente com todo esse lance: o primeiro está relacionado ao fato de, embora todos os citados estarem agrupados no mesmo saco, nem todos são a mesma farinha. Basta lembrar de toda celeuma que tivemos há alguns anos na blogosfera por conta do teísmo aberto e pensar em alguns dos nomes envolvidos nas discussões – Gondim e Nicodemus (ambos citados na matéria como sendo do mesmo lado da moeda). E aqui não faço críticas a um ou outro, só penso no quão curioso é o fato. Outro dito é o famoso “quem está na chuva é pra se molhar”…

Enfim. Tudo isso é legal, mas particularmente, quero ver no que isso vai dar. Como já disse, ter o nome escrito numa revista de grande circulação não paga as contas, mas pode levar o ego lá em cima, onde ele não deveria estar. Por isso, mesmo grato por tudo isso, fico com a voz dos meus amigos, que estarão sempre prontos a dar um bom tabefe na nossa cara se a coisa sair do rumo. ;)

E não, Ricardo, não estou esnobando isso tudo… rsrsrsrsrs

Em tempo, recomendo a todos a leitura do texto do Nicodemus, que tá aqui, mesmo sabendo que nem todos vão concordar, alguns vão falar mal e tudo mais…

abraço,

Eduardo Mano

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A produção do CD

Algumas pessoas perguntaram, através de comentários no blog, telefonemas, sinais de fumaça, telegramas e até por pombo-correio como foi que fizemos a produção do CD d’Os Tapetes Voadores. Eis aí um resumo da ópera, editado por nosso amigo / assessor / diretor / editor / jornalista full time, Dias Bruno.

Resumindo ainda mais em forma de texto, fizemos toda a produção em casa mesmo, sem nenhuma experiência prévia com gravações. Utilizamos um computador comum com processador intel Core2Duo e uma placa M-Audio Fast Track Pro. Utilizamos como monitores de áudio uma TV (sério), Caixas de referência Mackie (valeu Rafa, meu cunhado, que nos salvou por bem mais de 5 dias) e por fim um microsystem mesmo. O maior investimento foi com microfones: Um Beta 57 e um SM 58, ambos da Shure, usados, que compramos no 1º dia de gravações. Ambos foram usados para captar a percussão, violões e vozes.

Além disso usamos nossos próprios intrumentos: uma guitarra Ibanez , baixo Condor, violões Ibanez e Martin (graças ao Diego, da Interlúdio, que também emprestou sua voz em uma faixa), um xilofone de criança, teclados e percussão.

Muita coisa foi improvisada, e ficamos surpresos com o resultado final. Tanto que desistimos da idéia de nós mesmos mixarmos as faixas, que era nosso plano inicial.

Se alguém tiver mais alguma dúvida, ou algo não tenha ficado muito claro, fala que a gente te escuta. ;)

abraço,

Eduardo

Escrito por Eduardo Mano en Música,Novo CD y tiene (8) Comentarios

Banda Cover

É claro que a designação “banda cover” é uma grande brincadeira. É mais que normal que, quando indo a outras igrejas, qualquer banda toque músicas de outras bandas, e assim por diante. Conosco não é diferente, até por uma questão de “propósito”, mas enfim.

No final de junho estivemos na Igreja Batista do Méier e uma das músicas que tocamos lá foi Casa, do Palavrantiga.  Sabe como é, os rapazes precisam de uma moral pra começar, né, daí a gente colocou essa “musiquinha” deles no repertório. ;)

Fiquem com o vídeo, as cenas engraçadas protagonizadas pelo Léo, as desafinações (minhas) e a nossa tentativa de fazer essa a terceira melhor versão da música, atrás apenas da versão dos próprios meninos (óbvio) e a outra, do Chrystian e Ralf. ;)

Perdoem pelo “pô” e pelo “caraca”. :P

A seguir, mais posts sobre a gravação. Acho.

abraço,

Eduardo

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Josafá Ribeiro

O Josafá entrou na minha vida (e na vida de outros amigos) através do Gênese. Ele é um dos caras mais engraçados e gente boa que já conheci, e duvido alguém dizer algo contrário. Além disso, ele é irmão do Josué, tecladista da banda, o que fez ele se tornar parte integrante da “Família Tapetes” (a família Restart que se cuide… rsrsrs).

Eu encomendei ao Josafá uma logo para a banda. Queria algo com influências setentistas, e eis o que ele fez. Essa é a apresentação oficial da logo da banda:

Fiquei muitíssimo impressionado e feliz com a logo, e certamente faremos camisetas dela. ;)

O Fá (apelido do Josafá) ficou conosco durante os sete dias de gravação na casa, e resolvi fazer outra encomenda a ele: um desenho no case do meu violão. Sem mais, delongas…

Mar, uma caravela pirata, um polvo caolho. Lindo.

Se você tem uma banda e gostaria de se juntar ao seleto time de clientes do Fá (que, além da gente, tem também a Interlúdio e o Velho Irlandês), deixa um comentário com seu e-mail que eu faço a intermediação. Você não vai se arrepender.

Fá, você é o cara.

abraços,

Eduardo.

Escrito por Eduardo Mano en design,Gênese,Música,Novo CD y tiene (9) Comentarios