Archivo para 05, 2011

Capas de Livros

Alguns de vocês sabem que eu não vivo de música. Na verdade, música não é nem algo que eu faça nas horas vagas, pois até melas eu trabalho.

Sou formado em publicidade, já há 10 anos. Trabalhei em algumas agências de publicidade e hoje eu trabalho em um escritório de design. Fazemos, juro, um monte de coisas. Dentre elas, capas de livros.

Gostaria de demonstrar a vocês alguns modelos de capas que eu criei. os livros foram publicados em sua maioria pela editora Convicção, cliente do escritório onde trabalho, mas além deles atendemos alguns pastores que lançam livros de forma independente, e eu, como freelancer, atendo às editoras Tempo de Colheita e Ultimato.

Dá um bizú aí nas capas.

É isso. Um update meio que sem lugar.

Um abraço,

Eduardo

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O direito de gostar, ou não, das coisas

Creio que todos nós vimos a grande coqueluche da semana passada na internet indie brasileira: Oração, música de Léo Fressato, interpretada pela Banda Mais Bonita da Cidade. Gostaria de falar sobre o fenômeno que surgiu há algum tempo no twitter (e em blogs, facebook, e onde quer que a liberdade de expressão seja mantida), e que ganhou força com a hype sobre a banda: você não tem o direito de gostar de algo que eu não gosto.

Por conta da Banda Mais Bonita da Cidade, reparei que as opiniões foram as mais extremas possíveis: alguns juraram amor eterno à banda, outros a desprezaram como se fosse um montinho de cocô na calçada (ilustração típica das 2 da manhã). O lance é que quem não gostava, tratou de fazer bullying cibernético em quem gostava, e meio que vice-versa.

Eu juro que não sei de onde diabos veio esse establishment, essa trolagem, esse impedimento de você gostar ou não de algo. De repente, todos nós nos tornamos críticos musicais… porque isso não começou com a banda mais bonita da cidade, já tem um tempo, e não se aplica apenas à música, claro, mas aqui eu falo de música. Mas todos nós, de repente, somos os mais entendidos de música do quarteirão.

Ninguém é “burro” ou “desprovido de gosto musical” por gostar de algo. Ou melhor, de algumas coisas sim, talvez, mas enfim. No caso da banda mais bonita deste texto, esse foram alguns adjetivos usados. Reparei que muitas das pessoas que criticaram a banda e aqueles que dela gostaram são músicos. Frustrados? Não sei. Fato é que uma banda, sem disco gravado, com poucos shows no currículo, fez um vídeo interessantíssimo (ok, Beirut tinha feito antes? Legal.) e chegou a quase 2 milhões de views (sei que vou editar essa parte do texto depois) em poucos dias. Legal demais.

Eu particularmente gostei. E gostei também das outras músicas que eles interpretam. Acho que têm futuro. Mas ó, se você não gostou, não tem problema nenhum! Ó que beleza! Eu não tenho direito de achar você um desentendido musical por isso, e eu não sou “burro” por gostar! Vivamos em paz!

Digo isso como alguém que produz música, e que sabe que nem todos gostam do que produzo. Tá tudo bem, o mundo não vai acabar por conta disso. Liberdade é algo que deveria ser prezado e estimado, inclusive a liberdade de gostar ou não das coisas. A mais simples e fugaz das liberdades. Porque é aquilo: um dia você não pode gostar de uma banda, no outro não pode beijar sua esposa em lugares públicos. É assim que são cerceadas as liberdades.

Podem começar a criticar. mas com amor. s2

A Administração.

EDIT PÓS MADRUGADA – Aproveitando o que algumas pessoas comentaram por aqui e no facebook, quero dizer que apesar de ter gostado da música, também a achei repetitiva, mas acho que houve um método para a loucura mântrica deles: creio que a canção foi repetida à exaustão (não tão exaustiva assim, mas enfim) pela a necessidade, ou vontade, de criar todas as texturas e ambientes que vemos no clipe. Lembrem-se que o áudio foi captado enquanto ela era tocada. Eventualmente a música poderia ser gravada com menos repetições, quem sabe.

PS1: Já falei que não sei as regras aproproadas do uso do porque.

PS2: Sei que liberdades não são assim cerceadas de forma tão absurda. Mas pense bem? Do jeito que as coisas andam, usar luvas no inverno de Campos do Jordão um dia pode ser crime inafiançável. Ok, viajei de novo.

Escrito por Eduardo Mano en Faça um favor a si mesmo,Música,Pensamentos Dispersos y tiene (9) Comentarios

Oração – ABMBdaC

Só pra engrossar o rol dos blogs que postou este vídeo. Porque vale a pena.

Eu não sei a regra do porque. Sei que são 4: porque, por que, porquê e por quê. Podem fazer sentido pra você, mas não pra mim. Por mim, era a PRIMEIRA coisa a mudar com a reforma ortográfica: troca os quatro pelo onipresente pq. :)

Digressão, a gente vê por aqui.

Ao vídeo:

E como bônus, o amigo Google me ensinou a baixar a música em MP3. Te dou o caminho das pedras.

De nada.

Eduardo

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Back from the Dead

É o que temos por aqui, como você já percebeu. Mas são muitos os fatores que fazem com que os posts no blog sejam parcos. A começar pelo trabalho, que… bem, é trabalho. Também, recentemente fiquei sem meu computador, o que já era de se esperar, em se tratando de um CCE. Foi-se. E tem os ensaios e saídas da banda.

Falando nisso, estivemos em Suzano e Poá, cidades da Grande São Paulo, no último final de semana. em Poá tocamos no sábado à noite na igreja Terra Fértil, e no domingo, a no Abrigo 7, que nos convidou a ir até lá. Foi um tempo muito feliz, com algumas novidades e a apresentação de duas músicas novas. Ampliar o repertório é preciso.

Outra novidade é que tivemos uma substituição. O Léo, guitarrista que não é meu irmão, está seguindo outro rumo, e perseguindo a carreira que ele quer. Isso requer que ele não esteja mais tão presente junto à banda (na verdade, nem presente na cidade mais ele estará), então ele precisa ir. Ele vai fazer algo que eu sonho fazer desde que voltei de São Paulo, há longos 12 anos atrás. Sinto uma pontinha de inveja e um iceberg de orgulho dele. Ele não faz idéia disso, imagino, mas sinto que a distância dele vai doer um pouco. Ele é o irmão que não tive, e tenho.

Leo Neves, em foto de Leandro Neves

Bem, momento despedida mode off, quem assume a guitarra é o Fábio Boa Sorte, que já tocou comigo há alguns anos, e de quem também não sou irmão. Boas vindas a ele. :)

Binho Good Luck

Pra ser guitarrista da banda, tem que parecer comigo.

Outra novidade é o Jonatas Damasceno, amigo dos tempos de Gênese, que comando as quatro cordas.

@jonatasCD

Jônatas, bandoleiro

E como esquecer do dono das baquetas?

designing drums

Pixador.

 

Há alguns meses eu vinha pensando em como juntar as pessoas pra esse trabalho. Pessoas comprometidas com Deus e que poderiam se dedicar à banda da forma necessária, ensaiando e saindo para os corres. Deus foi muito gentil comigo, conosco.

Agora é continuar o trabalho. Novas músicas vindo… coisas mudando no coração.

Fiquem aí com uma das novas músicas, chamada Palavras. Repare que eu esqueço a letra no meio, as usual.

O melhor ainda está por vir. :)

Abraço,

Eduardo

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Violão vendido

Obrigado a todos os amigos que ajudaram.

O violão já tem um novo lar.

E a gente vai levando.

Escrito por Eduardo Mano en Pensamentos Dispersos y tiene (1) Comentario