O pessoal do SuperGospel postou nesta madrugada a entrevista que fizeram comigo. Espero que vocês curtam. Dêem um pulo lá e confiram.
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Este final de semana não irei mais a SP, como você leu no post anterior
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Bom dia.
O pessoal do SuperGospel postou nesta madrugada a entrevista que fizeram comigo. Espero que vocês curtam. Dêem um pulo lá e confiram.
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Este final de semana não irei mais a SP, como você leu no post anterior
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Bom dia.
Caso importe a alguém, eu não estarei mais em SP neste fim de semana, o que obviamente cancela a ida à Igreja do Senhor Jesus Cristo em SP (ao menos até a próxima semana) e, em definitivo, a ida ao Projeto 242 (que espero poder reagendar mais pra frente).
Como isso não afeta a vida de ninguém, não tem tanto problema.
Keep calm and carry on.
Eduardo
No último texto eu falei que “As bandas cristãs teriam muito a aprender com as novas tendências, se não estivessem tão preocupadas em soar como uma cópia do United, ou se cada banda que se forma nas igrejas já não tivesse o intuito (como se esta fosse a única forma de “acontecer”) de assinar um contrato com alguma gravadora.” Eu já vi e ainda vejo esta história se repetir quase todos os dias. E por isso, gostaria de falar a respeito de sucesso.
Quando os Vencedores por Cristo foram criados pelo missionário Jaime Kemp em 1968 a idéia era trabalhar missões com grupos de jovens que viajariam pelo Brasil levando música e palavra. Foram inúmeras equipes missionárias, e vez por outra uma das equipes trabalhava na gravação de um disco. Só que o foco do trabalho não era a gravação, mas sim as viagens missionárias, e aqui faço um adendo.
Viagem missionária, para quem nunca participou de uma, significa abrir mão de conforto. Esqueça quartos de hotel com ar-condicionado, frigobar e serviço de quarto. Na melhor das hipóteses, você vai dormir no alojamento de algum retiro ou na casa de algum irmão, mas pode ser que passe a noite num colchonete, numa rede ou no chão da igreja. Muito diferente das exigências que as bandas fazem hoje em dia ao receber o convite de alguma igreja distante, onde hotel passa a ser uma obrigação. Mas voltando ao assunto.
A maldição da mídia gospel e dos luxos vividos pelos artistas transformou aquilo que era para ser missão e serviço em regalias, proveito, benefícios e mamata. Sim, mamata. Afinal, não é mamata viajar de graça pelo país, recebendo por um final de semana aquilo que muitos pais de família brasileiros demoram 3 ou mais meses para conseguir, e ainda por cima com tudo pago? Meus caros, onde chegamos?
Para muitos jovens e adolescentes, mais importante que fazer música que agrade a Deus e sirva de conforto, exortação e ensino ao Seu povo, já no primeiro ensaio da banda são definidos quando o CD será gravado, quais serão as exigências para irem a algum lugar e por aí vai. os fins passaram a justificar os meios: faço música para ter uma vida de rockstar.
Já chegamos a um ponto onde há calotes de promotores de eventos e de bandas. Promotores inescrupulosos que deslocam uma banda para algum lugar e no final das contas não honram com seus compromissos nem com o público nem com a banda. Mas também há falta de escrúpulos nas bandas que desmarcam evento já agendados em favor de outro, na mesma data, que vai “pagar mais”, ou dar mais visibilidade. Não basta termos beirado o absurdo, mas ultrapassamos a linha que o define e fincamos a bandeira do mercado por lá, bem distante do que, creio, é a vontade de Deus para aqueles que se iniciaram neste caminho.
A verdade é a seguinte: nem todos serão o Oficina G3, o Diante do Trono, o Quinlan ou qualquer outro dos que vive exclusivamente do mercado. Há grandes chances, na verdade, de que você sua banda nunca passem dos limites da sua cidade, e que precisem ter empregos que banquem a música. Digo isto por experiência.
Quando gravei o Canções para Grupos Pequenos eu não imaginava que ele teria mais de 1000 downloads. Por mais que este número seja pouco, para mim foi muita coisa. Só que isso não abriu mais possibilidades de agendas. De fato, as igrejas onde tocamos no início eram igrejas de amigos – da mesma forma que funcionamos hoje. Para gravar o Esperança, troquei meus serviços de designer pelas horas de gravação em estúdio. Foram mais de 2000 downloads deste disco, e novamente, nossa agenda ainda não ficou lotada. Para o Velhas Verdades, a opção de gravarmos em casa não foi apenas para provar que era possível, mas também por não termos dinheiro para gravar o disco. Foram, até agora, mais de 1500 downloads do disco, e nossa agenda não lotou com isso.
Se penso em sucesso e vejo que nossa agenda está vazia, a lógica mundana diz que não o temos. Só que com Deus a parada é diferente, e quando vejo as mensagens e emails que recebemos de gente que foi tocada pela música, ou que ouviu Deus falar com elas através de uma letra… eu não posso deixar de ficar feliz com isso! Quando lembro de todos os amigos que fiz por causa da música nestes últimos 3 anos, não tenho como não me sentir alguém de sucesso! Eu trabalho de segunda a sexta de 9 da manhã ãs 18 da noite, e muitas madrugadas eu estou no computador, trabalhando, para sustentar minha casa. Não é incomum termos que colocar dinheiro na banda, pagando ensaios e duplicação de CDs, e não sei se algum dia isso se tornará autosustentável, mas como eu tenho prazer em sentir Deus confirmando em meu coração que é para continuar.
Eu queria que outras bandas tivessem esta mesma alegria.
Passei boa parte dos últimos meses crendo que o que fazíamos é arte, e que por isso, seríamos artistas. Tolice minha. Se é ou não arte, isso deveria importar menos do que o fato de ser instrumento de Deus para tocar vidas., e que neste sentido, sim, a banda passa a ser um ministério, e os membros dela ministros, mas com a humildade que o nome dá: ministro é servo, e o serviço é a Deus e à Igreja. Até o “ser ministro” pode encher as pessoas de orgulho.
Eu sinceramente gostaria que não houvesse tanto dinheiro envolvido no mercado gospel. Gostaria que mais e mais bandas redefinissem suas visões acerca do que estão fazendo. Gostaria de poder mudar a mentalidade de muitas igrejas e fazer com que elas investissem mais em missões ou em seus membros do que nas bandas convidadas do congresso jovem, mas não posso. Veremos no que isso vai dar um dia.
Quanto às bandas, no próximo texto falaremos um pouco sobre como tentar equilibrar o chamado, mantendo-o o mais puro possível com uma visão sadia de mercado, e nas formas que a banda pode pensar para fazer sua divulgação de forma criativa e honesta.
Até a próxima,
Eduardo Mano
É com muita alegria que divulgo aqui a coletânea do blog MPBSanto do amigo (e também designer) Cleber Gossi.
A idéia do CD partiu dele, ao contactar diversos músicos brasileiros independentes (que tocam ritmos que vão da MPB, passando pela música regional e chegam no rock) que ousassem ceder músicas suas para o projeto. Dentre a galera que ousou, estão Alforria, Sacrifício Vivo, Elly Aguiar, Diego Venâncio, Tiago Vianna, Fabinho Silva e o mestre (mesmo!) Carlinhos Veiga, de quem você muito provavelmente já ouviu falar.
Além, é claro, da gente.
Clique na imagem abaixo para irao link do download:
Eis aí o release do lançamento:
Release
É com imensa alegria que o blog MPB Santo lança seu primeiro CD virtual, gratuito para download.
Este projeto tem como objetivo promover o blog MPB Santo que, por sua vez, tem como objetivo ser um canal de divulgação da boa música cristã brasileira.
O CD MPB Santo – Volume 1 foi concebido em parceria com os músicos/bandas: Alann Marino, Alforria, Arlindo Lima, Carlinhos Veiga, Claudio Martos, Diego Venâncio, Eduardo Mano, Elen Lara, Elly Aguiar, Fabinho Silva, Ivan Melo, Joede Cruciti, Nando Padoan, Sacrifício Vivo, Saulo & Renata Calantone e Tiago Vianna.
Ficha técnica
Cada faixa deste CD foi gentilmente cedida para este projeto, sendo gravadas , produzidas, mixadas, produzidas e masterizadas por diferentes profissionais e músicos.
Para maiores detalhes da produção de cada faixa, entre em contato com o respectivo músico/banda.
Arte e design: Cleber Gossi - http://www.gossidesign.com.br/ / cleber@gossidesign.com.br
Fotos: Fernanda Lopes - dinhalopes@hotmail.com / http://br.olhares.com/fernandalopes
Músicos:
Alann Marino - alann.marino@bol.com.br / http://twitter.com/Alannmarino / http://alannmarino.wordpress.com/
Alforria - contatoalforria@gmail.com / http://www.alforria.net/
Arlindo Lima - arlindo.lima@uol.com.br
Carlinhos Veiga - cveiga@terra.com.br / http://www.carlinhosveiga.com.br/
Claudio Martos - claudio@buenaonda.com.br / http://www.buenaonda.com.br/
Diego Venâncio - diegovenanciosilva@gmail.com / http://diegovenancio.blogspot.com/
Eduardo Mano - eduardomano@gmail.com / http://www.eduardomano.net/
Elen Lara - elenlararocha@gmail.com / http://www.elenlara.com.br/
Elly Aguiar - elly.aguiar@gmail.com / http://ellyaguiarmusic.blogspot.com/
Fabinho Silva - fasilva_h@hotmail.com / http://raizdumaterraseca.blogspot.com/
Ivan Melo - ivanmelo06@yahoo.com.br / http://www.myspace.com/ivannogueiramelo
Joede Cruciti - joede.cruciti@gmail.com / http://www.emporiocristao.com.br/
Nando Padoan - nandopadoan@hotmail.com / http://www.myspace.com/nandopadoan
Sacrifício Vivo - gruposacrificiovivo@gmail.com / http://www.sacrificiovivo.com/
Saulo e Renata Calantone - renata.calantone@yahoo.com.br / http://duosauloerenata.blogspot.com/
Tiago Vianna - tiago@tiagovianna.com / http://www.tiagovianna.com/
O blog MPB Santo agradece a todos os músicos envolvidos neste projeto, que Deus retribua a generosidade de cada um e continue a inspirá-los na composição e execução de novas canções!
“Habite, ricamente, em vós a palavra de Cristo; instruí-vos e aconselhai-vos mutuamente em toda a sabedoria, louvando a Deus, com salmos, e hinos, e cânticos espirituais, com gratidão, em vosso coração.”
Colossenses 3:16
Baixe o CD MPB Santo – Volume 1, se possível imprima a arte, e distribua-o a um(a) amigo(a), não deixe de citar e prestigiar os músicos que participaram deste projeto!
Incentivo que você, após baixar o material, comente no post que o Cleber escreveu no MPBSanto. Iniciativas assim precisam ser incentivadas e parabenizadas.
Um abraço e boa música!
Eduardo Mano
Já colocamos o vídeo dessa música aqui, quando a tocamos pela primeira vez em Suzano, SP. Mas agora ela tá com uma qualidade um cadinho melhor, e edição idem. Além de uma pequena explicação.
Gravamos o vídeo durante o retiro de jovens da PIB Vila Rosali. Palavras tem se tornado rapidamente uma das minha novas favoritas, junto co Tu és Deus e Como ninguém me Conheces… talvez pela similaridade do tema: o reconhecimento de quem somos diante de Deus.
Esperamos que vocês curtam.
Um abraço,
Eduardo Mano
Ainda na seqüência, recentemente encontrei uma entrevista do Robin Pecknold, líder dos Fleet Foxes, falando a respeito de downloads ilegais e da indústria. Veja como o pensamento do cara é diametralmente oposto ao da maioria das bandas de hoje. Eu já tinha percebido que, quando o último disco da banda, Helplessness Blues, vazou, ele ficou feliz com o que as pessoas estavam escrevendo (falei sobre isso neste post aqui). Agora ele explica melhor seu pensamento.
Veja: eu baixei a discografia dos Fleet Foxes, e eu me dei ao trabalho de comprar os CDs importados (que sairam mais baratos que dois CDs da seção “religiosos”das Lojas Americanas, mesmo incluindo o frete). Muitas (muitas mesmo) das pessoas que baixaram meu disco Velhas Verdades se interessaram em comprar, e ainda hoje tem alguém levando uma, duas cópias. É claro que, ao contrário dos Fleet Foxes, nós ainda não gravamos um vídeo no La Blogothèque, e nem mesmo vivemos de música, mas há público para todos.
Fique aí com a entrevista.
FLEET FOXES FELIZES COM DOWNLOADS
O cantor da banda Fleet Foxes, Robin Pecknold, insiste em dizer que não se importa se pessoas baixam sua música ilegalmente, já que é algo que ele mesmo faz de qualquer forma.
A banda Fleet Foxes encara as reclamações a respeito de downloads ilegais como “nojentas”.
O grupo não entende a por que músicos não ficam felizes com o fato de seus fãs adquirirem sua música gratuitamente na internet e incentiva que as pessoas adquiram sua música da forma que quiserem.
O cantor Robin Pecknold diz: “Não me importo com pirataria, eu já baixei centenas e centenas de discos, por que deveria me importar se alguém baixar o nosso? É realmente algo besta com o que se importar, de quanto dinheiro eu preciso? E acho nojento quando as pessoas reclamam disso. Eu sou absolutamente a favor de downloads ilegais.”
O líder da banda diz que o fácil acesso à música nos dias de hoje só pode ser benéfico à indústria.
El ainda disse à revista BANG Showbiz: “Eu creio que quanto mais música você puder ouvir – e em especial os músicos – só irá tornar a música melhor e estamos vendo isto agora quando pensamos nas novas bandas, elas estão se saindo bem melhor agora, e fazendo mais música boa que antes.”
Quem escreve (qualquer coisa) sabe que frases de efeito são sempre bem-vindas para gerar aquela sensação nos outros de que nós sabemos do que estamos falando. No texto anterior eu afirmei que nossa educação musical é feita pelos programas de auditório e pelas rádios FM, e eu gostaria muito que essa fosse apenas mais uma frase de efeito, mas ela é a realidade.
Todos nós que temos menos e 35 anos crescemos, muito provavelmente, tendo a TV como babá. Pegamos, alguns (os com mais de 30), um pouco do programa do Chacrinha, tivemos Xuxa e Angélica comandando nossas manhãs, Silvio Santos e Gugu Liberato trazendo as apresentações em playback do que era sucesso nas rádios de São Paulo, bem como a boy-band Polegar (a resposta tupiniquim ao New Kids on the Block?). De qualquer forma, a não ser que esteja enganado (o que creio não estar), tudo isso era fruto dos investimentos dos departamentos de marketing das gravadoras, que não economizavam em jabás para que seus produtos fossem vendidos.
Ficamos rendidos a isso por alguns anos até que em 20 de outubro de 1990 nascia a Mtv Brasil, então focada exclusivamente em música.
E aqui é importante fazer um adendo. Não estou nem cogitando a hipótese de que não haja ou houvesse jabá na Mtv. É claro que há. Só que com 24h de programação, fica complicado você só ter espaço para bandas de gravadoras dispostas a desembolsar uma verba. E quem assistia, como eu, a programas como Lado B do “Reverendo” Fábio Massari ou aos Fúria Metal (versão nacional do clássico Headbanger`s Ball da Mtv Americana – que ainda é veiculado) e Gás Total, ambos apresentados por Gastão Moreira, e ainda aos programas do Kid Vinil, Luís Thunderbird e outros VJs que tinham programas dedicados ao rock e suas vertentes, sabe que muitas das bandas que passaram por lá eram pequenas, às vezes independentes, e ainda assim tinham um lugar ao sol. Com a Mtv, houve oportunidade.
Particularmente, no mesmo ano em que a Mtv nasceu eu comecei a ouvir heavy metal, e muitas das bandas que conheci na época, a emissora as trouxe à minha casa. Era uma época em que discos de bandas desconhecidas ou fora do mainstream eram mais baratos, então minha coleção de vinis foi bem grande. A oportunidade que a Mtv nos deu foi a de expandir nosso conhecimento musica. Ela nos apresentou bandas e estilos que, até então, não estariam acessíveis a uma criança de 11 anos. Eu, que não tinha idade para frequentar bares de rock ou até mesmo para ir às lojas especializadas em metal, podia “consumir” tudo isso através da minha antena UHF (coisa que muitos dos que estão lendo agora certamente irão ao santo Google perguntar o que é).
Graças ao bom Deus, a internet chegou à vida dos brasileiros quase que ao mesmo tempo em que a Mtv decidiu que música não “vendia”, e começou a se dedicar à retransmissão dos (péssimos) reality shows da matriz gringa. Mas a benção já havia sido espalhada, e o que começou na televisão, ganhou força exponencial através das conexões discadas. Sim amiguinhos, antes da internet 10Mb que você tem em casa, nós utilizávamos conexões discadas que nos permitiam baixar um arquivo MP3 (veja bem, um arquivo, não um disco) em pouco menos de 4 horas.
O que vem depois disso, todos já sabem. Downloads de discografias completas de bandas, Napster, eMule, Metallica processando um monte de gente e não adiantando nada, mais downloads “ilegais”, sites, blogs e comunidades dedicadas a divulgar música, bandas desconhecidas e discos raros.
E onde entra o tal mercado da música nisso tudo? Aí é que está, nem eles sabem. A vanguarda, o mando de campo, já não está mais com eles.
É claro que os artistas que gostam de música e a querem tornar acessível ainda são menos ouvidos (afinal, o jabá e todo marketing das majors ainda abre portas), mas quem os ouve está mais disposto a “espalhar as boas-novas”. O mainstream quer nos dizer que os downloads gratuitos não ajudam em nada as bandas, plantando posts fakes em blogs direcionados ao mercado independente, mas se esquecem que hoje muitas das produções são tão “caseiras” quanto as fitas demos do Nirvana que os tornaram conhecidos na Seattle do final década de 80, antes da Sub Pop assinar com eles, e isso faz com que os custos caiam vertiginosamente, possibilitando assim que artistas distribuam seu material sem custo (ou a um custo bem mais apropriado) aos ouvintes.
As bandas cristãs teriam muito a aprender com as novas tendências, se não estivessem tão preocupadas em soar como uma cópia do United, ou se cada banda que se forma nas igrejas já não tivesse o intuito (como se esta fosse a única forma de “acontecer”) de assinar um contrato com alguma gravadora (falaremos mais sobre isso em outro texto). Ainda há gente esbravejando quando suas músicas são passadas adiante pela internet, e mesmo nos casos em que a venda dos CDs é a única fonte de renda do artista, ainda assim eu creio que a disseminação não é de todo mal. Especialmente quando ser conhecido é crucial para o bom andamento do ministério.
Mas tudo isso será abordado mais para frente.
Eduardo Mano
Como tá aí em baixo na agenda atualizada, dia 21 de agosto às 17h estarei com uma galera no Projeto 242, igreja que curto muito na capital paulista. Será um momento de grande alegria (breeega) pois teremos cariocas, manauaras e, claro, paulista no mesmo lugar sorrindo, cantando e adorando a Deus juntos.
Eu devo tocar com alguns amigos, e quem também leva um som no culto são os grandes amigos do Projeto Santa Cruz. O som dos caras é firmeza e os próprios caras são mais firmeza ainda. Tempos felizes serão concretizados, esta é uma certeza.
Acho que vai ser uma grande noite.
Caso você seja de SP e queira ir, eis os dados:
Projeto 242
horário: 17h
Endereço: Rua da Glória, 900 – Liberdade.
Um abraço!
Eduardo Mano
10 DE SETEMBRO, RIO DE JANEIRO
SÁBADO, 19H
Congresso Jovem
Local: PIB Nova Jerusalém
Rua Ricardo Machado, 528 – São Cristóvão
21 DE AGOSTO, SÃO PAULO
DOMINGO, 1OH
Culto da Manhã (Eduardo Sozinho)
Local: Igreja do Senhor Jesus Cristo em São Paulo
Rua Solimões, 349 – Barra Funda
DOMINGO, 17H – NOVO HORÁRIO
Culto da Noite (Eduardo com uma galera)
Local: Projeto 242
Rua da Glória, 900 – Liberdade
6 DE AGOSTO, RIO DE JANEIRO
SÁBADO, 19h
Culto Jovem da IPGávea, a gente na música e o Rev. Leandro Marques na palavra.
Local: IP da Gávea, Rua dos Oitis, 63, Gávea
Talvez confirme ainda mais uma data em São Paulo, no dia 21. Fiquem de olho.
Para agendar algo com a gente, basta entrar em contato.
Como avisei há algum tempo, está cancelado (ou suspenso) o download dos discos Canções para Grupos Pequenos e Esperança.
Sei que isso parece algo meio drástico, mas entendam: ninguém, mais do que eu, gosta destes trabalhos. E é por gostar tanto deles que ambos, em seus formatos originais, serão retirados da área de downloads.
Acredito muito nas músicas que gravamos nestes trabalhos, tanto que, no Velhas Verdades, regravamos três faixas do Canções. Mas, para mim, isso ainda não é o bastante. Há músicas lá que, creio, com uma nova roupagem, podem comunicar melhor e mais eficazmente algumas verdades acerca de Deus e de Sua obra.
Os discos foram gravados respectivamente em 2008 (Canções) e 2009 (Esperança) e muita coisa mudou de lá para cá. Mudou minha mentalidade em relação à banda enquanto serviço que (creio) prestamos à Igreja. Mudou também (ou melhor, amadureceu) minha percepção de que o que fazemos aqui é canal, meio, veículo para que Deus abençoe a vida de alguns irmãos (como confirmam os emails, mensagens e palavras que temos recebido ao longo destes anos) e por isso eu precisamos, de alguma forma, fazer com que as canções também cheguem às pessoas de forma gratuita.
Isso quer dizer que, como já disse antes, tudo aquilo que gravarmos (ou que eu gravarm caso grave sozinho) será disponibilizado de forma gratuita aqui no blog (ou em outro lugar), além de ter uma versão física disponível àqueles que quiserem adquirir e abençoar o ministério.
Ainda, o cancelamento do download dos dois primeiros trabalhos da banda tem também a função de fechar um ciclo e iniciar outro. Assim como quando os Tapetes Voadores terminaram uma página foi virada.
“No fim das contas, tudo se explica, tudo se encaixa, tudo coopera pra o (nosso) bem”. Stênio Marcius.
Um abraço a todos, e obrigado pela companhia nesta jornada. Muito ainda está por vir.
#ErgueTeusOlhos
Eduardo Mano