Archivo para 09, 2011

12 dias

Quando nem você dá conta da sua animação.

Hoje o dia terminou muito bem. Nem era isso que eu postaria aqui, mas dadas as circunstâncias, foi necessário.

Posso qualificar minha animação assim: é como aquela banda que parece que só você gosta de repente anuncia um show na sua cidade. E você fala pra todo mundo que ela está vindo, mas ninguém se emploga. Até que você mostra um vídeo dela e um e outro se empolgam. E chega o dia do sjow, tem mais gente do que você esperava, gente que REALMENTE conhece mais a banda que você. E aquele seu amigo, que até dias antes nunca ouvira a banda, e acabou indo com você, diz que foi um dos melhores shows da vida dele.

Ou seja: quase ninguém vai entender minha animação. Mas os que entenderem, REALMENTE entenderão. :)

Inspirado na história minha, do Josafá e do show do The Reign of Kindo. True Story.

Faltam 12 dias. :)

Stay tuned.

Eduardo Mano

Escrito por Eduardo Mano en Música,Novo CD y tiene (7) Comentarios

13 dias

13 dias separam a gente do novo.

13 dias para mais uma página ser definitivamente virada. Não que outras páginas não serão viradas (o livro, creio e espero, é extenso), mas esta parece ser particularmente especial.

13 dias para que mais um passo rumo àquilo que acreditamos para nossas vidas seja dado.

Dias de ansiedade boa, do “tomara que chegue logo”, do “cara, isso vai ser muito legal”.

13 dias de oração, entrega e espera em Deus. Para que Ele faça a vontade Dele, e que para a Glória Dele seja a nossa existência.

Vocês já sabem a primeira surpresa deste último trimestre do ano: os pôsteres. Em 13 dias, estaremos muito próximos da segunda surpresa. E ainda teremos mais uma.

Orem por nós.

Eduardo Mano

Escrito por Eduardo Mano en Música,Novo CD y tiene (2) Comentarios

Outono, vídeo novo

Outono foi composta há alguns anos atrás. Foi na época em que eu estava no seminário e passava por uma situação não muito agradável de desemprego. Por mais que Deus suprisse tudo o que eu e Eline precisávamos através de amigos e família, eu precisava acreditar que a primavera chegaria e que aquila situação seria revertida.

Em outubro de 2008, um pastor amigo me indicou ao dono de uma agência de design. Lá estou até hoje. :)

Mas independente deste outono / deserto da minha vida ter passado, já passei desde então por outros, alguns mais curtos, outros mais intensos, mas ainda assim, eles vieram. E não tenho muitas dúvidas que esta fórmula se repetirá ao longo da minha vida. Afinal, se tem uma coisa que Jesus garantiu pra gente é que no mundo teríamos aflições.

Mas Ele venceu o mundo. :)

Voltando à música, ela é muito especial pra mim, e vira e mexe alguém por aí descobre ela e manda uma mensagem dizendo o quanto a canção está ajudando. Fico feliz com isso, pois essa era a intenção.

A versão do vídeo acima foi gravada durante o último Sarau da Vila, realizado pela Igreja Metodista de Vila Isabel, e contou com a participação do Léo, baterista da banda Grãos da Terra e do Marcus Bispo, tecladista amigo e fantástico, nesta ordem. :)

Espero que vocês curtam.

A Deus, sempre, toda glória.

Eduardo Mano

(quem quiser ver no youtube, clica aqui)

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Pôsteres

Aos atentos, que de fato acompanham o blog, esta não é lá uma grande novidade. Já havíamos falado nos pôsteres em abril deste ano, mas tivemos algumas mudanças no caminho.

A idéia de fazer os cartazes surgiu ao imaginar quais seriam formas alternativas de divulgar o nosso trabalho. Como o que mais tem na banda é designer, e o que mais temos é amigos inseridos neste meio, ficou fácil chegar ao conjunto que temos hoje.

Estamos preparando uma série inicial (digo inicial pois mais para frente devemos ter outra) de 4 pôsteres, baseados nas músicas Reinas Soberano, Tu és Deus, Quartos vagos e Sem Fé. Destes, dois são feitos “internamente” (por mim e pelo Josué) e dois são colaborações de amigos: Renan Valadares e Guilherme Menga.

Eles serão vendidos individualmente e em conjunto, mas a idéia não é “lucrar” com isso, e sim divulgar o trabalho e gerar recursos para ensaios, gravações, mais pôsteres, essas coisas.

Bom, é isso aí. Esperamos que vocês curtam. Quando tudo estiver 100% pronto, avisaremos em todos os meios cabíveis. :)

Vida de banda independente é isso aí.

Um abraço!

Eduardo Mano e a Gerência

Escrito por Eduardo Mano en design,Música y tiene (4) Comentarios

agenda atualizada

Neste sábado, acontece na Igreja Metodista de Vila Isabel o Sarau da Vila.

Nesta edição, o evento conta com a participação do Grãos da Terra e do Silvestre Kuhlmann, e eu vou fazer a abertura da noite tocando duas músicas. :)

Caso você esteja no Rio e queira ir, os dados estão aí no cartaz. :)

Em breve teremos mais datas.

Um abraço,

Eduardo Mano

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E você, o que está fazendo?

Tirei a foto acima no ano passado, em Buenos Aires. A frase “Y vos, que haces?” é parte da campanha da Converse na Argentina, e achei-a bem apropriada para ilustrar o que tá martelando aqui na minha cabeça.

No último sábado eu dei mole no twitter e postei algo que foi mal-interpretado por algumas pessoas. Era um texto do blog do Rev. Sandro Baggio, e algumas pessoas acharam que eu estava sacaneando ele. O post é este aqui, e quando o mencionei no twitter, disse a seguinte frase: “da pena do Rev Sandro Bagio”, querendo dizer “vindo da mão, do teclado, da mente do Rev Sandro Baggio”, mas alguns incautos entenderam como se eu dissesse ter pena do mestre.

Passado isto, acabei entrando numa conversa com mais dois amigos a respeito do tal “pensar fora da caixa” que muitos cristãos dizem fazer. Encerrei a conversa com eles dizendo que o problema não era pensar fora da caixa, o problema é, sim, deixar a caixa completamente suja, e querer ir pensar fora dela.

Muito se diz hoje a respeito de fazer igreja “fora das quatro paredes”. Mas o problema é que a igreja dentro das 4 paredes está em estado tal que, muitas vezes, pensar em sair dela é irresponsabilidade. E pior: geralmente quem quer pensar fora das4 paredes, ou da caixa, está indo contra lideranças, arrebatando pessoas com a mente enfraquecida por mentiras, com pouca base cristã. Gente que será levada por qualquer vento de doutrina e que precisava de mais alimento espiritual consistente.

Abrimos a boca para falar mal da igreja “institucionalizada”, e nada fazemos para mudá-la, de dentro pra fora. Ou ainda: não paramos para pensar se quem precisa de mudança é a igreja ou somos nós. Somos o filho pródigo: queremos a nossa herança com nosso pai ainda vivo, e acabamos por gastá-la com vícios e futilidades que julgamos ser importantes. O final da história, todos sabemos.

Escrevo este post ouvindo a música Jesus é o Rei da Glória, do Daniel de Souza. E acho que ela tem tudo a ver com isso que estou escrevendo. Jesus é o centro de tudo isso que fazemos. Ele deveria ser o centro da caixa e de fora dela, afinal, Ele não pode ser contido em nada, nem mesmo no Universo. “Todo poder te foi dado nos céus e na terra”, canta o Daniel, e canto eu.

Queremos fazer igreja baseada no “amor”, mas igreja só é igreja quando baseada em Jesus, a pedra fundamental. Não é o amor que muda o mundo, ou as pessoas, sei lá. É Jesus. Jesus. “Levantai ó portas as vossas cabeças, levantai-vos, entradas eternas, para que entre o Rei da glória”. Jesus, o Senhor da Igreja, e Senhor de nossas vidas, Ele, detentor do poder, muda as coisas.

Jesus é maior que nossa visão de igreja, de vida, de mundo. Ele é aquele sem o qual nada podemos fazer, e Ele deveria estar no centro do que fazemos, dentro e fora da caixa. Mas enfatizo que, para sairmos da caixa, a caixa precisa estar em ordem. Isso tem tudo a ver com fidelidade… ser fiel no pouco, ser fiel na caixa, ser fiel na igreja.

A relevância da igreja não está em pastores com calça skinny, tatuagens e de fala “contextualizada”. A igreja só é relevante quando ela mantém fiel a pregação bíblica. Se ela foge disso, além de ser irrelevante, é anátema, é maldição.

O que estamos fazendo? E você, o que está fazendo?

Vamos limpar a caixa. Vamos colocar as coisas em ordem.

Para a Glória Dele,

Eduardo Mano

Escrito por Eduardo Mano en Pensamentos Dispersos,Teologia y tiene (2) Comentarios

Ser Cristão

Faz empo que não posto algo mais devocional aqui. Mais tempo do que deveria, talvez.

Não devocional para você, mas para mim. Algo que me faça lembrar pelo quê vivo. Escrevendo aqui, fica mais fácil ser cobrado daquilo que falo, pois o risco de cair em contradição é grande, não é mesmo? Afinal, pequenas contradições somos todos nós… mas há um momento em que precisamos nos posicionar quanto a algumas coisas. E aqui me posiciono.

Este não é um Credo. É apenas um lembrete.

Eu tenho um problema com o termo “crente”, e ainda com o termo “evangélico”. Embora eles sirvam (e servem) para categorizar parte daquilo que sou e creio, ainda é incompleto. Há um tempo que eu prefiro o termo cristão. O problema é que um monte dos “anarquistas de igrejas” ou dos “revolucionários” também utiliza o termo. Só que tanto neles quanto em mim, vejo ações e palavras que são diametralmente opostas àquelas propostas por Cristo. Por isso, vamos a um pequeno e rápido estudo do termo Cristão.

O termo Cristão aparece 3 vezes no Novo Testamento, em Atos 11.26; 26.28 e em I Pedro 4:16. Ele siginifca, essêncialmente, “pequeno Cristo”, tamanha era a identificação dos primeiros discípulos com o Mestre. Esse termo foi usado como um apelido, do povo, aos grupos que se reuniam nas casas. A partir de então, todo seguidor de Cristo passou a ser chamado de Cristão.

Mas veja que coisa: o apelido vem por associação. Chama-se de cristão aquele que imita a Jesus, que anda como Jesus, que faz as coisas como Jesus faria (dadas as devidas circunstâncias, claro). Após 2000 e poucos anos, em especial no interior do Brasil, um outro termo era utilizado para definir aqueles que serviam a Jesus: os bíblias. Os bíblias era conhecidos das cidades pequenas. Conhecidos por serem pais rigorosos com seus filhos, que cuidavam de sua educação. Conhecidos por serem fiéis às suas esposas. Conhecidos – vejam só – por serem bons pagadores de dívidas, e por terem crédito em qualquer loja das cidades.

Hoje eu olho para mim, e olho para a verborragia de muitos twiteiros de igreja, e vejo que de Cristão de verdade, temos é nada. Somos violentos, e não pacíficos. Somos infiéis e egoístas, e não fiéis e altruistas. Somos egocêntricos e damos pouca atenção à necessidade do próximo. É dito que o “amor é um movimento”, mas muitas vezes esse movimento é realizado debaixo de lençóis, em camas que pertencem a outros, ou que não deveriam pertencer a ninguém no momento. “Cristãos” hedonistas que fazem tudo pelo prazer, seja ele qual for, memos o prazer em Deus. “Cristãos” niilistas, desejando aniquilar a ordem e instaurar o caos, como se quisessem construir uma nova história abrindo mão de toda a história.

Passamos boa parte da semana nos preocupando apenas com nossos interesses, e quando buscamos a Deus é para pedir a Ele que conceda ainda mais interesses, conceda desejos que nem perguntamos a Ele se deveriam estar em nossos corações. Na tentativa de tirá-Lo da “caixa”(como se pudéssemos condicionar o infinito a uma), transformamos o Santo dos santos em um amuleto, e passamos a criticar aqueles que fazem a mesma coisa apenas de forma mais discarada.

Passamos a enfatizar dois dos maravilhosos atributos de Deus, Sua Graça e Seu amor, desconsiderando todos os outros, como se pudéssemos partimentalizar o indivisível. Rimos quando pentecostais clássicos dizem que “Deus é amor mas é justiça”, e nos esquecemos que é bem por aí mesmo, e mais: Ele é todo amor, todo Graça, todo misericórdia, todo justiça, todo ira. Como disse Jó à sua esposa em Jó 2.10, “receberemos de Deus o bem, e não receberemos o mal?”. Durmamos com um barulho destes.

Mas tudo na vida é uma questão de posicionamento. Eu, pensando no (pouco) que conheço a respeito de Deus e naquilo (tanto) que Ele tem feito por mim, vejo que eu preciso abrir mão de atitudes em minha vida. Preciso viver uma vida que honre e dignifique a Deus, daquele de quem não somos dignos de amarrar as sandálias. Viver um pouco do que diz aquela velha canção, “a começar em mim, quebra corações”.

Não sei onde isso vai dar, mas Deus, que não dá ponto sem nó, sabe.

A Ele, e somente a Ele, toda honra e glória.

Eduardo Mano

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Premiações musicais: o que faz sentido

Na noite de ontem, foi entregue o prêmio multishow, celebrando artistas como Paula Fernandes, Restart e NX Zero. Creio que isso é tudo o que eu tenho a dizer a respeito deste assunto.

Quando fiquei sabendo disso, postei alguma besteira no twitter, ao que fui respondido pelo amigo Thiago: “Quem diria que o VMB seria algo de credibilidade. Viu os indicados desse ano?”. Isso me deixou curioso, e logo em seguida, o Thiago me mandou o vídeo que está neste link.

Os indicados no prêmio da Mtv são bem mais reais que os do Multishow. E isso se dá por um fato que o mesmo Thiago elucidou: este ano, a premiação será julgada por especialistas, e não por fãs. Creio que nada mais salutar para um prêmio que tal atitude.

Explico, já sabendo que vão chiar.

Há quem ame música, e há quem ame músicos / bandas / artistas. Quem ama a música sabe quando um de seus artistas favoritos pisa na bola, faz um disco ruim, ou ainda, sabe julgar o que há de bom ou não em uma canção. Quem ama os músicos, nunca vai se importar com isso. É a pessoa que se satisfaz com uma notícia sobre a roupa que o Bieber usou para levar o cachorro para fazer cocô. Isso é algo noticiável, para quem ama apenas o artista. Mas não para quem ama música.

Um prêmio infelizmente não pode ser deixado na mão de fãs. Muitas vezes eles são (facilmente) levados a fazer a vontade de seus artistas prediletos, e isso garante que, por exemplo, o Restart ganhe dois prêmios em uma noite. Quando você leva esse julgamento a quem sabe o que faz, a quem está treinado a ouvir música, coisas como estas não acontecem. Deixa de ser o domínio da gravadora que investe mais em marketing, roupas e promoção, e passa a ser a possibilidade do artista que tem um modesto séquito de ouvintes. Duvida? Basta reparar em quais são os indicados do VMB da Mtv e quais foram os indicados do Multishow.

Fico mais triste ainda em ver que a mentalidade do prêmio Multishow já tá chegando no movimento da música (com o perdão do termo) Gospel, como pode mos ver aqui.

Bom, é isso… só um devaneio. Certamente será muito discodado, mas paciência. tamos aí para moderar os comentários. ;)

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Mais Chegado que um Irmão em Portugal

Há um tempo que eu venho falado aqui no blog a respeito do Tiago Cavaco, idealizador da editora musical FlorCaveira, que de certa forma é alma matter do Coletivo Echo. Pois bem.

Quanto terminamos de gravar o Velhas Verdades, eu tomei coragem e mandei pro Tiago ouvir a pre-mix. Depois de alguns dias, o cara me responde dizendo que gostou, e que já tinha uma favorita. Mais alguns dias depois, ele perguntou se haveria problema em tocar essa música, a favorita dele, em sua igreja.

É claro que tem problema, né? ;)

Daí, na época da páscoa deste ano, o Cavaco me perguntou se poderia incluir Mais Chegado que um Irmão em uma mixtape pascal a ser lançada por sua Igreja. Aqui está ele, caso não tenham visto.

E daí, mais alguns dias depois, a Ana, esposa do Cavaco, mandou-me o vídeo (que na verdade é apenas o áudio) da igreja cantando a música em um de seus cultos. Emocionei-me fácil.

E daí, problemas no computador vieram e me impediram de subir isto pro YouTube antes. Mas aí está.

Espero que tenham curtido.

Abraço,

Eduardo Mano

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agenda atualizada

Essa tá um pouco em cima da hora… mas vamos lá.

Dia 10 de setembro, sábado próximo, tem dois eventos em que eu / a banda participaremos. Seguem os cartazes (clique nas imagens para ver maior):

Esse é o da Novos Diálogos… pela manhã (iniciando os serviços às 9h, teremos uma palestra com o Pr Lucas Ribeiro ,e eu estarei lá pra tocar umas duas ou três músicas. Acho que vai ser BEM legal, e diria a você para ir. O endereço tá aí no cartaz.

Esse aí é o evento da juventude da PIB Nova Jerusalém, em São Cristovão. Iremos a banda toda neste, claro. Acho que será igualmente bom, por motivos um pouco diferentes, mas isso não importa. :) O endereço tá aí no cartaz também.

É isso… espero que possa ver alguns de vocês por lá!

Um abraço,

A Administração

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