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news do CD

Vamos lá…

É possível que neste domingo tenhamos em mãos algumas (poucas) cópias do CD da banda, quase que um “teste” da impressão e de umas idéias que tivemos para a arte. Algumas coisas que posso adiantar, embora nem saiba se vai dar certo: as cópias serão numeradas à mão (isso vai dar certo, e tem uma razão de ser) e as capas devem ser “personalizadas” (não a gosto do freguês, ainda, mas talvez vc possa escolher cores, rabiscos, essas coisas). :)

É isso. Update bestinha. Animado.

abraço,

Eduardo

Escrito por Eduardo Mano en design,Música,Novo CD y tiene (1) Comentario

Josafá Ribeiro

O Josafá entrou na minha vida (e na vida de outros amigos) através do Gênese. Ele é um dos caras mais engraçados e gente boa que já conheci, e duvido alguém dizer algo contrário. Além disso, ele é irmão do Josué, tecladista da banda, o que fez ele se tornar parte integrante da “Família Tapetes” (a família Restart que se cuide… rsrsrs).

Eu encomendei ao Josafá uma logo para a banda. Queria algo com influências setentistas, e eis o que ele fez. Essa é a apresentação oficial da logo da banda:

Fiquei muitíssimo impressionado e feliz com a logo, e certamente faremos camisetas dela. ;)

O Fá (apelido do Josafá) ficou conosco durante os sete dias de gravação na casa, e resolvi fazer outra encomenda a ele: um desenho no case do meu violão. Sem mais, delongas…

Mar, uma caravela pirata, um polvo caolho. Lindo.

Se você tem uma banda e gostaria de se juntar ao seleto time de clientes do Fá (que, além da gente, tem também a Interlúdio e o Velho Irlandês), deixa um comentário com seu e-mail que eu faço a intermediação. Você não vai se arrepender.

Fá, você é o cara.

abraços,

Eduardo.

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Preparando o Projeto, 03

Ontem à noite tivemos uma rápida reunião para falarmos um pouco sobre a questão design / comunicação do projeto, e chegamos a alguns denominadores comuns bem interessantes.

Algo que posso falar é que, além do projeto em si, teremos alguns “brindes”, itens de apoio, souvenirs ou “frescuras”, seja lá como você queira chamar. Uma delas é o adesivo (ou um adesivo, como queira), que eu particularmente gosto e acho um brinde interessante. Além disso teremos uma completa mutação do nosso MySpace e quem sabe (esse é incerto mesmo) um site.

Essa é uma parte do processo muito importante para mim, pois posso colocar em prática um pouco daquilo que sei fazer. E fico ainda mais animado podendo contar com gente na banda que mexe com isso: Josué, que também é designer e o Léo, fotógrafo. Além deles, os amigos do Gênese e parte integrante e fundamental da família Tapetes Voadores, Jônatas (também fotógrafo) e Josafá (irmão do Josué e também designer, mas com uma veia mais plástica) são muito importantes no processo.

Estou feliz com a forma que as coisas estão tomando. E tá chegando o tempo da gravação…

O post seguinte (na verdade, acima, mas paciência) é uma homenagem ao Léo.

abraços,

Eduardo

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Rennerskine

Antes, era nisso que eu escrevia:

Esse caderninho da Nova Era foi meu fiel escudeiro por um bom tempo. Até que o Renner se compadeceu de mim e me mandou um autêntico Rennerskine de presente:

Aquilo verde é um bilhete, que não vou tirar do caderno, e diz o seguinte:

O Renner fez tudo na mão, mesmo. Tenso. Eu disse pra ele que ele poderia ganhar um trocado com isso. Caso você se interesse, escreve pra ele. Escreve só pra elogiar também, às vezes isso é bom.

Ganhar coisas é sempre bom. Ganhar coisas feitas com carinho, é outra parada.

Renner, muito obrigado. Já tô usando o Rennerskine – junto dele, veio inspiração.

abraço,

Eduardo Mano

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Moleskine de Pobre

É o meu caderninho. Desses que a gente compra por R$1,50 nas papelarias, pautado, com ilustrações terríveis na casa (como é o caso do meu). O meu eu uso para fazer setlists toscas e compor. Pra você ter uma idéia:

Juro, isso é bem mais organizado que minha cabeça.

Fica aqui a divagação do dia. Sol lá fora. Orações aqui dentro.

Eduardo

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Um regalo

Hoje durante o trampo eu estava pensando em como devemos morrer diariamente para nós mesmos, entregar nossas vidas nas mãos de Deus, aos pés da Cruz… enfim, essas coisas de crente. Vai ver foi o resfriado.

Bem, fato é que fiz esse wallpaper. Meu chefe curtiu, meus colegas de trampo curtiram, então, no melhor sentimento Eduardo Mano e Banda, se você achou ele interessante(zinho), basta clicar na imagem aí em cima que ela leva à página para baixar o wallpaper na resolução 1440 x 900 (uma resolução só e olhe lá…). :)

Espero que gostem.

abraço,

Eduardo Mano

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Um mui-digno RP

Se o RT no Twitter é quando você tuíta algo que gostou, mas escrito (ou tuitado) por outra pessoa, então o RP é quando você posta algo que foi postado por outra pessoa, e você gostou.

Enfim: digo isso pois vou repostar aqui algo que não escrevi, e que foi originalmente postado no iPródigo. Tem muito a acrescentar nessa conversa aqui, e por isso, é muito pertinente.

Em tempo: peguei o texto sem consultar nenhum dos meninos, mas faço apelo a todos que lerem isso por aqui para que visitem o post original, pois lá o layout é bem mais bonito, e tá cheio de imagens ilustrativas. :D

Have fun.

-x-

A Igreja e a Arte: pontos de contato
Text: Kevin DeYoung
// Tradução:  equipe iPródigo

A Igreja e a Arte tiveram um relacionamento de altos e baixos nos últimos milênios. Às vezes, a Igreja foi patrona das artes, financiando e apoiando escultores, pintores e músicos com seus recursos. Outras vezes, a Igreja bateu de frente com a Arte, vendo-a como desperdício de tempo ou pior, como expressão de hedonismo e sensualidade.
Hoje, apesar de muitas igrejas não serem muito receptivas a artistas, existe um ressurgimento de interesse e de defesa das artes. Na faixa abaixo dos 40 dos membros da igreja, gostar de arte é como gostar da sua avó, ou seja, apenas os mais retrógrados e incultos não o fazem. Existem duas coisas que nenhum jovem cristão se atreve a ir contra: justiça social e arte.
A paixão por encorajar a arte é compreensível e na maior parte, recomendável. Não só a Igreja tem um longo histórico de apoio à arte, como a Bíblia fala muito bem daqueles com dons artísticos e artesanais (como a famosa dupla Bezalel e Aoliabe). E sejamos honestos, muitas de nossas igrejas não são exatamente um abrigo saudável para artistas. A cultura da igreja é normalmente conduzida pela classe média, não por alternativos e boêmios. Logo, faz sentido que nós precisemos sair da nossa zona de conforto para poder receber artistas e encorajar seu trabalho.
Antes de me aprofundar, quero deixar claro que não vou apresentar uma teologia da Arte. Não sou capacitado para isso. Para aqueles interessados em um tratamento mais completo do Cristianismo e da Arte, eu recomendo o livro “Art of God’s Sake” (Arte para Deus), de Philip Ryken. Não sou um artista. Quer dizer, não sou pintor, escultor, poeta ou dançarino (você, definitivamente, não quer me ver dançando). Já estive em corais e tive algum treinamento vocal. É na música que eu chego o mais perto de algum senso artístico. Mas no geral, me considero um cristão bem mediano quando se trata de artes (mas eu me esforço bastante na ‘arte’ de escrever e pregar, ou seja, estou falando mais da ‘Alta Arte’ nesse texto). Eu gosto de algumas coisas da Arte, acho algumas coisas chatas, e algumas eu simplesmente não entendo.
Como pastor, eu acho que uma ênfase renovada na arte em nossas igrejas pode ser uma coisa muito boa, ou muito ruim. Tudo depende de como o grupo da “arte é a resposta” e o grupo da “arte é estranha” pode chegar alguns pontos de contato e um terreno comum. Em relação a isso, quero oferecer algumas teses a respeito da Igreja e da Arte.
1. Devemos permitir que a arte seja arte. Às vezes, cristãos cometem o erro de achar que para a arte ter algum valor, precisa compartilhar o evangelho ou falar explicitamente de Jesus. Tal abordagem normalmente produz arte ruim e evangelismo ruim. A Arte tem seu valor porque tem a capacidade de ser bela e cheia de verdade. Não podemos achar que a arte vai comunicar da mesma forma que um discurso.
2. Arte tem seu valor, assim como várias outras coisas. Nem sempre os Cristãos sabem o que fazer com a arte. Pensamos “realmente existe algum valor em uma bela dança ou em um poema difícil de entender?”. Mas, se bem feita, a arte pode nos inspirar, confortar, incomodar, e ativar diferentes áreas de nosso cérebro. A Arte nos lembra que a utilidade não é a unidade de medida para o valor. Mas a Arte não é um deus, nem o curso preferido de Deus na universidade. Não há nada intrinsecamente melhor (ou pior) em ser um artista do que ser um contador, um programador de computadores, ou um vendedor.
3. A Arte pode realizar algumas coisas, mas pode não realizar outras. Cristãos normalmente têm problemas com a arte porque ela pode ser ambígua e aberta para muitas interpretações. Ela não está fechada a opiniões. Leva-nos a pensar, mas também a sentir. Ela ‘forma’ mais do que ‘informa’. Nesse sentido, a arte pode ‘ensinar’ sobre como nosso Deus é criativo e belo. Mas a engenharia pode ‘ensinar’ sobre como nosso Deus é coerente e conhecível. Deus é infinito. Várias profissões e várias vocações podem demonstrar seus diversos aspectos. Não devemos cometer o erro – e eu ouço bastante sobre isso – de achar que “poetas, artistas, escritores, eles sim, são os que realmente podem nos ensinar sobre Deus”. Bem, sim, eles podem. Mas os padeiros e os coletores de lixo também podem.
4. Nosso louvor deve buscar excelência artística, mas deve ser inevitavelmente “popular”, direto e objetivo. Eu estou sempre dizendo às pessoas que nós queremos “indiscutível excelência” nos cultos dominicais (agradeço a John Piper pela expressão). Não quero que pensemos que mediocridade é uma virtude espiritual. Cada igreja terá capacidades diferentes, mas o objetivo deve ser a melhor música, o melhor som, os melhores instrumentos, assim como queremos a melhor pregação. O momento de louvor dos cultos não é o melhor momento para dar ao Joãozinho uma chance de arranhar alguns acordes no violão. É uma oportunidade, para aqueles que se esforçaram para estudar e refinar seus talentos, de servir a Deus com seu trabalho.
Por outro lado, as igrejas devem ter em mente que o objetivo do louvor não é exibir o talento de artistas. O objetivo final é edificar congregação e adorar a Jesus para a glória de Deus. Isso significa que a música deve ser simples o suficiente para que centenas (ou milhares) de pessoas sem treinamento possam cantar ao mesmo tempo. Isso também significa que nosso louvor deve lidar com a verdade da forma mais direta possível. Eu não quero pessoas após o culto se perguntando qual era o significado do louvor. Eu não quero que elas pensem em interpretações variadas. Eu quero que a mensagem seja clara e objetiva. Em 1 Coríntios 14, Paulo argumenta em favor da mensagem que é compreendida por todos durante o culto. Não estamos buscando experiências individuais de louvor. Queremos o máximo de clareza, o que significa que não vamos nos desculpar por focar mais na palavra e menos em outras formas de ‘arte’.
5. As igrejas podem aprender a receber artistas, mas os artistas não devem esperar que a igreja seja uma galeria de arte. Como eu disse, a igreja tem um histórico de apoiar a arte. Existe algo único nas artes visuais (estou pensando em pinturas, cartazes, murais, fotografias e etc.) que as torna propícias a serem incluídas no “espaço sagrado”.  É complicado para um corretor de imóveis demonstrar suas capacidades no meio litúrgico, mas isso é possível à arte. Se existem artistas talentosos na sua igreja, considere a possibilidade de reservar algum espaço para que seus trabalhos possam ser expostos e integrados ao ambiente. Mas os artistas precisam perceber que a igreja não é uma galeria de arte. Eles precisam ter a sensibilidade para perceber que nem todas as obras podem ser usadas nesse contexto, e a humildade para ouvir um “obrigado, mas… não, obrigado”. Alguns trabalhos não se encaixam no contexto ou no clima da igreja. Algumas obras se tornam antiquadas. Outras nos distraem (em um sentido ruim). E outras simplesmente não são tão boas assim. Apesar disso tudo, a não ser que queiramos voltar ao modelo de igreja da Idade Média, é improvável que a igreja volte a apoiar e incentivar a arte como já fez (pelo menos financeiramente falando).
6. Artistas nos ajudam a reconhecer nossos ídolos, mas artistas também têm seus ídolos. Banqueiros chegam a idolatrar o dinheiro. Há mães que idolatram seus filhos. Acadêmicos muitas vezes idolatram o seu intelecto. Pastores podem acabar idolatrando a pregação. Artistas, a auto-expressão. O pior é que muitas vezes nos orgulhamos equivocadamente de não nos curvarmos aos ídolos dos outros. A boa arte pode ajudar a remover pretensões e pragmatismos excessivos. Bons artistas devem ser humildes a respeito de suas próprias limitações e pecados. E bons cristãos devem sempre almejar a verdade e a beleza, aonde que elas estejam.

A Igreja e a Arte tiveram um relacionamento de altos e baixos nos últimos milênios. Às vezes, a Igreja foi patrona das artes, financiando e apoiando escultores, pintores e músicos com seus recursos. Outras vezes, a Igreja bateu de frente com a Arte, vendo-a como desperdício de tempo ou pior, como expressão de hedonismo e sensualidade.

Hoje, apesar de muitas igrejas não serem muito receptivas a artistas, existe um ressurgimento de interesse e de defesa das artes. Na faixa abaixo dos 40 dos membros da igreja, gostar de arte é como gostar da sua avó, ou seja, apenas os mais retrógrados e incultos não o fazem. Existem duas coisas que nenhum jovem cristão se atreve a ir contra: justiça social e arte.

A paixão por encorajar a arte é compreensível e na maior parte, recomendável. Não só a Igreja tem um longo histórico de apoio à arte, como a Bíblia fala muito bem daqueles com dons artísticos e artesanais (como a famosa dupla Bezalel e Aoliabe). E sejamos honestos, muitas de nossas igrejas não são exatamente um abrigo saudável para artistas. A cultura da igreja é normalmente conduzida pela classe média, não por alternativos e boêmios. Logo, faz sentido que nós precisemos sair da nossa zona de conforto para poder receber artistas e encorajar seu trabalho.

Antes de me aprofundar, quero deixar claro que não vou apresentar uma teologia da Arte. Não sou capacitado para isso. Para aqueles interessados em um tratamento mais completo do Cristianismo e da Arte, eu recomendo o livro “Art of God’s Sake” (Arte para Deus), de Philip Ryken. Não sou um artista. Quer dizer, não sou pintor, escultor, poeta ou dançarino (você, definitivamente, não quer me ver dançando). Já estive em corais e tive algum treinamento vocal. É na música que eu chego o mais perto de algum senso artístico. Mas no geral, me considero um cristão bem mediano quando se trata de artes (mas eu me esforço bastante na ‘arte’ de escrever e pregar, ou seja, estou falando mais da ‘Alta Arte’ nesse texto). Eu gosto de algumas coisas da Arte, acho algumas coisas chatas, e algumas eu simplesmente não entendo.

Como pastor, eu acho que uma ênfase renovada na arte em nossas igrejas pode ser uma coisa muito boa, ou muito ruim. Tudo depende de como o grupo da “arte é a resposta” e o grupo da “arte é estranha” pode chegar alguns pontos de contato e um terreno comum. Em relação a isso, quero oferecer algumas teses a respeito da Igreja e da Arte.

1. Devemos permitir que a arte seja arte. Às vezes, cristãos cometem o erro de achar que para a arte ter algum valor, precisa compartilhar o evangelho ou falar explicitamente de Jesus. Tal abordagem normalmente produz arte ruim e evangelismo ruim. A Arte tem seu valor porque tem a capacidade de ser bela e cheia de verdade. Não podemos achar que a arte vai comunicar da mesma forma que um discurso.

2. Arte tem seu valor, assim como várias outras coisas. Nem sempre os Cristãos sabem o que fazer com a arte. Pensamos “realmente existe algum valor em uma bela dança ou em um poema difícil de entender?”. Mas, se bem feita, a arte pode nos inspirar, confortar, incomodar, e ativar diferentes áreas de nosso cérebro. A Arte nos lembra que a utilidade não é a unidade de medida para o valor. Mas a Arte não é um deus, nem o curso preferido de Deus na universidade. Não há nada intrinsecamente melhor (ou pior) em ser um artista do que ser um contador, um programador de computadores, ou um vendedor.

3. A Arte pode realizar algumas coisas, mas pode não realizar outras. Cristãos normalmente têm problemas com a arte porque ela pode ser ambígua e aberta para muitas interpretações. Ela não está fechada a opiniões. Leva-nos a pensar, mas também a sentir. Ela ‘forma’ mais do que ‘informa’. Nesse sentido, a arte pode ‘ensinar’ sobre como nosso Deus é criativo e belo. Mas a engenharia pode ‘ensinar’ sobre como nosso Deus é coerente e conhecível. Deus é infinito. Várias profissões e várias vocações podem demonstrar seus diversos aspectos. Não devemos cometer o erro – e eu ouço bastante sobre isso – de achar que “poetas, artistas, escritores, eles sim, são os que realmente podem nos ensinar sobre Deus”. Bem, sim, eles podem. Mas os padeiros e os coletores de lixo também podem.

4. Nosso louvor deve buscar excelência artística, mas deve ser inevitavelmente “popular”, direto e objetivo. Eu estou sempre dizendo às pessoas que nós queremos “indiscutível excelência” nos cultos dominicais (agradeço a John Piper pela expressão). Não quero que pensemos que mediocridade é uma virtude espiritual. Cada igreja terá capacidades diferentes, mas o objetivo deve ser a melhor música, o melhor som, os melhores instrumentos, assim como queremos a melhor pregação. O momento de louvor dos cultos não é o melhor momento para dar ao Joãozinho uma chance de arranhar alguns acordes no violão. É uma oportunidade, para aqueles que se esforçaram para estudar e refinar seus talentos, de servir a Deus com seu trabalho.

Por outro lado, as igrejas devem ter em mente que o objetivo do louvor não é exibir o talento de artistas. O objetivo final é edificar congregação e adorar a Jesus para a glória de Deus. Isso significa que a música deve ser simples o suficiente para que centenas (ou milhares) de pessoas sem treinamento possam cantar ao mesmo tempo. Isso também significa que nosso louvor deve lidar com a verdade da forma mais direta possível. Eu não quero pessoas após o culto se perguntando qual era o significado do louvor. Eu não quero que elas pensem em interpretações variadas. Eu quero que a mensagem seja clara e objetiva. Em 1 Coríntios 14, Paulo argumenta em favor da mensagem que é compreendida por todos durante o culto. Não estamos buscando experiências individuais de louvor. Queremos o máximo de clareza, o que significa que não vamos nos desculpar por focar mais na palavra e menos em outras formas de ‘arte’.

5. As igrejas podem aprender a receber artistas, mas os artistas não devem esperar que a igreja seja uma galeria de arte. Como eu disse, a igreja tem um histórico de apoiar a arte. Existe algo único nas artes visuais (estou pensando em pinturas, cartazes, murais, fotografias e etc.) que as torna propícias a serem incluídas no “espaço sagrado”.  É complicado para um corretor de imóveis demonstrar suas capacidades no meio litúrgico, mas isso é possível à arte. Se existem artistas talentosos na sua igreja, considere a possibilidade de reservar algum espaço para que seus trabalhos possam ser expostos e integrados ao ambiente. Mas os artistas precisam perceber que a igreja não é uma galeria de arte. Eles precisam ter a sensibilidade para perceber que nem todas as obras podem ser usadas nesse contexto, e a humildade para ouvir um “obrigado, mas… não, obrigado”. Alguns trabalhos não se encaixam no contexto ou no clima da igreja. Algumas obras se tornam antiquadas. Outras nos distraem (em um sentido ruim). E outras simplesmente não são tão boas assim. Apesar disso tudo, a não ser que queiramos voltar ao modelo de igreja da Idade Média, é improvável que a igreja volte a apoiar e incentivar a arte como já fez (pelo menos financeiramente falando).

6. Artistas nos ajudam a reconhecer nossos ídolos, mas artistas também têm seus ídolos. Banqueiros chegam a idolatrar o dinheiro. Há mães que idolatram seus filhos. Acadêmicos muitas vezes idolatram o seu intelecto. Pastores podem acabar idolatrando a pregação. Artistas, a auto-expressão. O pior é que muitas vezes nos orgulhamos equivocadamente de não nos curvarmos aos ídolos dos outros. A boa arte pode ajudar a remover pretensões e pragmatismos excessivos. Bons artistas devem ser humildes a respeito de suas próprias limitações e pecados. E bons cristãos devem sempre almejar a verdade e a beleza, aonde que elas estejam.

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Fotografia

foto_interludio

Entoncis. São 3h45 da manhã e eu deveria estar dormindo. Estou com dor de cabeça e minha esposa está ali, confortável em nossa cama, e eu aqui teimando em atualizar o blog.

Vou escrever apenas algumas linhas e já saio do computador. Prometo.

Há alguns dias eu voltei a fazer algo que gosto muito: fotografar. A idéia é, sem demagogia, eventualmente tirar uma grana com isso, mas o prazer vem em primeiro lugar. Tenho acompanhado algumas bandas amigas na tentativa de aprimorar meu olhar e também de ganhar alguma agilidade no processo.

Abri uma conta no Flickr para mostrar meu trabalho.

Tenho andando muito com alguns amigos (que são infinitamente melhores que eu) e que têm me ajudado muito no processo: o Leo e o Jonatas. Mas tem outro amigo que inspira também, o Alexandre Seloti, de Sampa.

Esse post foi apenas para contar a novidade e levar você a conhecer meu trampo. Mas se você acompanhar os links dos amigos, verá que tem muita coisa boa rolando. Bons fotógrafos cristãos.

É isso. Dor de cabeça chegando no pico. Amanhã tem mais, acho.

abraço,

Eduardo

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Léo Neves

O Léo é o tecladista da banda. Além disso, ele é um fotógrafo de mão cheia.

No sábado, em pleno final de semana de jornada tripla, tiramos uma hora para fazer algumas fotos, algo que já deve ir formando a identidade visual do CD. Eu passei o briefing pra ele, mas como infelizmente o modelo para as minhas fotos sou, bem, eu mesmo… já viu né? Gordo, barba pro fazer…

Eis uma das fotos, da qual gostei muito.

duda_leoneves

Yes, I’m that ugly. But my wife’s beauty compensates for my ugliness.

Tenho a sensação de que, no quesito fotos, o CD vai ficar beeeeem legal. :D

Agora vai dar uma olhada nas fotos do Léo.

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use virá 2

use_vira

Virá na Conferência Internacional Vineyard

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