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Coisa de família

Vocês já sabem do amor que tenho pela cultura do artesanal. O que vocês talvez não saibam é que isso é algo que corre em nosso sangue, aqui em casa.

Vocês já sabem quem é a Eline. Ela me inspira. Não apenas por ser minha esposa, mas por ser uma mulher corajosa e determinada. Claro que isso é algo que talvez qualquer marido diria a respeito de sua mulher, mas quem sabe das coisas que temos vivido nos últimos meses aqui em casa, sabe que o título é dela, hors concours.

E nesse espírito, somado ao espírito do artesanal, gostaria de fazer um convite a todos, e falar um cadinho mais da minha esposa.

Eline decidiu há alguns meses mudar de profissão, e está cursando algo que sei que ela gosta desde os tempos em que namorávamos (e olha que em 2012 faremos 10 anos de namoro \o/): Design de Interiores. Mais uma designer em casa! :D E ela não poderia ter iniciado esse caminho de maneira melhor: ela foi selecionada para expor uma peça no Fashion Business 2011, evento realizado pelo SENAC Rio e que trata não apenas de moda, mas de design, gastronomia, criatividade, empreendedorismo, cultura e um bocado de outros assuntos.

Eline construiu uma luminária a partir de chapas de raio-x. E na boa, ficou muito maneira. Caso não seja vendida, estará em nossa sala amanhã à noite. :)

E aqui vai o convite (meio em cima da hora, mas tudo bem): ela e a peça estarão amanhã, quinta-feira, o dia todo na Marina da Glória. Se você estiver no Rio, eu incentivo fortemente que você dê um pulo lá. Não apenas por ela e pela luminária, mas pela oportunidade de ser inspirado com tudo o que está acontecendo por lá.

Para chegar na Marina da Glória, tem que ir de táxi, infelizmente. Mas das estações de metrô Botafogo ou Flamengo, o trajeto é rápido (e se dividir a corrida com mais alguém, sai mais em conta). A entrada é grátis, do jeito que todos gostamos.

Escrevo este post pensando que se você for, será um enorme benefício para você, e também para dividir o orgulho que tô sentindo da Eline. :)

É isso. Valeu pela atenção!

Eduardo Mano

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Feliz 2011

E o ano novo começou com música.

Esse é o ano em que eu decidi comprar um CD por mês. E escrever sobre ele. O do Mumford & Sons eu comprei em dezembro, mas só chegou hoje, já o do Phoenix, veio esta semana. Ambos já foram amplamente ouvidos, mas agora, a aproximação será diferente.

Além disso, os convites pra tocar começam a pipocar. São Paulo, Rio e Ceará – sim, Nordeste! Quando as informações estiverem mais precisas, aviso. Devo estar sozinho na maioria das datas, aviso já.

Um abraço.

Eduardo Mano

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Tiago Guillul, último post

Este é o último post que escrevo a respeito do grande Tiago Guillul. Explico.

Guillul encerra o uso de seu nome artístico, junto com o final do ano. Ele, que já comunicou sua saída do selo que criou,  a FlorCaveira, alma mater do Coletivo Echo, segue em 2011 utilizando seu próprio nome, Cavaco. Aliás, para os desavisados, Guillul é a tradução, para o hebraico, de Cavaco.

Creio não ser necessário mais um post dizendo o quanto eu admiro o mestre Cavaco. Sua força criativa me emociona, e não tenho a mínima vergonha de dizer que me inspirei nele par dar o pontapé em meu próprio ministério: gravação de discos caseira, distribuição própria, criação artesanal de artes dos CDs – tudo isso o Cavaco fez primeiro, e com muito mais dignidade / criatividade.

Hoje, através do amigo Josaías, tive a notícia de que Zeca Camargo havia citado o Cavaco (Guillul) em seu blog. Uma imagem (editada) vale mais que mil palavras:

O texto do Zeca, na íntegra, você acessa e lê aqui.

Aguardando o que vem do Cavaco, bem como a vinda dele próprio ao Brasil, e na certeza de que ainda escreverei muitos outros posts a respeito de Tiago Cavaco.

Eduardo Mano

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Escutando Música

Há alguns dias atrás, conversava com um amigo enquanto ouvíamos, juntos, o Velhas Verdades. Ouvimos o disco do início ao fim, sem interrupções, na sala, no aparelho de som. Enquanto ouvíamos, este amigo disse algumas belas palavras acerca do disco, mas o mais importante foi a constatação de algo que eu já suspeitava há algum tempo, e que certamente já passou pela cabeça de algumas pessoas que lêem este blog: nós desaprendemos a ouvir música.

Hoje, com o advento da música digital (ok, não é de HOJE hoje, talvez de uns 10 anos para cá hoje) o ato de ouvir música deixou de ser um “ritual” e se tornou algo tão banal quanto escovar os dentes (para aqueles que os escovam, claro). Com nossos celulares e MP3 players, ouvimos música na ida para o trabalho, enquanto trabalhamos, enquanto fazemos nossas refeições… sempre plugados ao fone de ouvido, inseparável em vários momentos.

Hoje, personagens como Rob Fleming (criado de Nick Hornby no livro Alta Fidelidade, interpretado no cinema por John Cusack com o nome de Rob Gordon – entenderam?) seriam tidas como excêntricas: alguém que coleciona LPs e CDs, é dono de uma loja de discos que só trabalha com raridades e reorganiza sua coleção de tempos em tempos com base em listas e sistemas complexos. Um amante da música, que aprecia a música como quem aprecia um bom vinho.

Hoje não temos mais o hábito de comprar discos, já que poucos dias após seu lançamento (e em alguns casos, até antes) bastam alguns cliques que encontramos os arquivos prontos para serem baixados de forma gratuita. Não vou entrar no mérito da questão da legalidade ou ilegalidade do ato, mas fato é que ouvir música tornou-se algo banal.

Nos celulares, iPods e players da vida, há a maldita função shuffle, que “embaralha” as músicas. É ÓBVIO que você sabe o que é esta função, mas ouça o que eu digo: ela é malígna (ok, exagerei nessa). Claro que é divertido esperar para ver qual faixa vai tocar após a atual, dentre as mais de 10000 músicas do seu player, mas ao fazer isso esquecemos de um pequeno detalhe: os discos (em geral) têm sua ordem de músicas estabelecida com um propósito. No Velhas Verdades, por exemplo, a ordem das músicas não é aleatória, cada uma das nove faixas está na sua posição com uma razão: contar uma história, ou dizer algo a quem ouve. Outro exemplo: ouvir o lado B de Abbey Road, dos Beatles, fora da ordem em que foi colocada no disco tira 75% da diversão da experiência.

Eu sou velho. Ou ao menos eu me julgo assim, especialmente quando reparo que muitas das pessoas que me seguem no twitter têm, em média, 10 anos a menos que eu. Sério, eu também me espantei com isso. Mas voltando ao assunto da velhice, eu sou da época do vinil. Eu tive, em vinil, toda a discografia do Iron Maiden até o disco Fear of the Dark; toda a discografia de Metallica (até o álbum preto), Megadeth (até o Countdown to Extinction) e Slayer (até o Seasons in the Abyss). Ouvi Toquinho, Tom Jobim e Milton Nascimento através dos discos de vinil dos meus pais. Tive inúmeras fitas cassete originais… e sempre o “ritual” era o mesmo: encarte do disco (ou CD ou K7 – sim, eles tinham encarte antigamente!) na mão e música rolando. Não pulava uma faixa, acompanhava a letra de cada música e aprendia a cantar cada uma. Foi assim que aprendi inglês! E foi assim, também, que tomei gosto pela música e decidi aprender a tocar um instrumento.

Hoje a sociedade Fast Food, de consumo imediatista (que já estragou a culinária), tenta estragar também o consumo, ou melhor, a apreciação da música. O imediatismo é tão grande que nos contentamos com qualquer arquivo de baixa qualidade encontrado na net. Mas há algo a ser feito.

Apreciar música é algo prazeroso. Deus não distribuiu dons e talentos musicais à toa: a música é de fato importante para nossa vida, e enquanto cristãos, ela é de suma importância para nossa prática, seja como auxílio à adoração ou ao ensino. Mas isso é outro papo.

Eu peço a você querido leitor, querida leitora, que faça uma experiência. Aprenda a ouvir discos na sequencia em que foram formatados, desligando a tecla shuffle. Ouça uma banda de cada vez, música por música, entendendo o que há por trás das letras, a ordem do disco, a arte do CD / álbum. Nada está lá por acaso. Para fazer isso, não adianta ter pressa, não adianta estar trabalhando, ou com a cabeça em outro lugar. Mesmo que seja necessário dedicar alguns minutos por dia a isso, eu aconselho que você assim faça. Se for ouvir alguma banda cristã, experimente fazer desse o seu momento devocional. Se não, experimente ouvir os instrumentos, os detalhes (na verdade, faça isso sempre). Se não dispuser de tanto tempo para isso, faça esta experiência duas vezes por semana, ou quantas vezes puder. Veja como isso não muda a forma de encarar a música, o disco, o artista.

Tente, também, fazer isso em um lugar tranquilo (seu quarto, por exemplo, se ele assim for). Com fones de ouvido ou não (embora alguns discos ganhem mais vida quando ouvidos alto, sem fones.

Sempre que for possível, adquira música. Sim, compre (e pode começar pelo meu – brinks!). A não ser que seja caro. Não compre se o preço for abusivo. Ninguém deveria ter acesso restrito à música. Veja: não estou incentivando a rebelião, mas concordo que pagar pequenas fortunas em um CD (um produto que às vezes custa menos de R$ 2,00 ao fabricante) é um pouco demais. Sei que no custo final do produto estão incluídos direitos autorais, custos com produção e marketing e etc., mas acho que tem gente viajando um bocado no processo. Mas adquira música. Em muitos casos é bom para o artista (em especial os independentes) e é bom para você também.

Ouça música com mais gente. Sentados em sofás, deitados no chão, acomodados em almofadas… pessoas ouvindo, apreciando e discutindo música só têm a ganhar com a experiência.

Sei que o texto tem um tom um pouco utópico, e que talvez já seja tarde demais para tentar mudar a situação, a forma como consumimos música. Mas eu sei o quanto eu cresci e apurei meu gosto ouvindo música assim, e sei que outras pessoas podem se beneficiar disso. A música, assim como a literatura, nos leva a pensar, a imaginar, nos leva a exercitar nossa criatividade. Ela também pode ser vir para aumentar os laços entre as pessoas, quando deixamos de lado os fones de ouvido e tiramos a poeira das antigas caixas de som dos nossos pais.

É claro que você pode não concordar com o que eu disse aqui, e não espero mudar o mundo com isso. Mas se eu puder beneficiar duas pessoas com essas dicas, ficarei feliz de verdade. Deus fez muito na minha vida através da música (senti o chamado eficaz de Deus para a minha vida ouvindo a banda de heavy metal cristão Stryper – mesmo com toda aquela maquiagem e cabelos exóticos que eles usavam nos anos 80), e continua fazendo, inspirando letras e melodias que, graças a Ele, têm abençoado alguns de vocês. Se Ele fez isso por mim, pode fazer também por você, embora certamente de forma diferente. Mas uma coisa é certa: a música é para o nosso prazer e deleite. Aprenda a desfrutar dela.

Um abraço,

Eduardo Mano

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Coletivo Echo

O Coletivo Musical Echo é meu novo “empreendimento”. Por empreendimento, você entende isso: aquilo que vai me custar tempo e não vai me dar retorno. :D

Nessa canoa (que eu espero que não vire nem afunde) comigo está o grande Rafael Porto, da Alforria, banda que é nosso primeiro lançamento.

Essa minha ida a São Paulo neste final de semana vai marcar, creio eu, a entrada do terceiro marinheiro. E assim a gente prossegue.

Lá no blog do Coletivo tem mais explicações sobre como a coisa vai funcionar. Dá um pulo lá, comenta, e ora pela gente.

E baixa o single do Alforria, que tá bom demais!

Abraço,

Eduardo Mano

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Em São Paulo

Acho que este é um dos títulos que mais se repetem nesse blog. Não é segredo o quanto eu amo a cidade que adotei como minha (haters gonna hate), e o quanto eu gosto de voltar lá. E chegou aquele momento pelo qual espero o ano todo.

Eu e Eline vamos a São Paulo nos dias 30 e 31 de outubro, 1 e 2 de novembro para ver os amigos, andar na Teodoro e nos divertir. Daí a coisa foi ficando mais interessante. Alguns emails enviados e estarei em duas igrejas tocando no domingo pela manhã e à noite. Eis aí a Dia da Reforma Trip:

Se você clicar no cartaz, vai vê-lo grandão.

O legal é que meus companheiros de Uanabi, Josué e Josafá Ribeiro irão conosco. Quando comentamos que iríamos passar esse feriado em SP, eles sem empolgaram com a possibilidade de passar um dia inteiro na Meca dos músicos (Teodoro Sampaio), e após algumas parcelas em passagens,  vão junto. Isso quer dizer que, ao menos dessa vez, não serei apenas eu, sozinho, ao violão: teremos o teclado e a bateria junto. E além disso, na Vineyard, teremos a ajuda de dois membros da equipe de lá, um violão a mais e um baixo. Yay!

Para quem não sabe, dia 31 de outubro é comemorado o Dia da Reforma. No dia 31 de outubro de 1517, Lutero pregou, na porta da catedral de Wittenberg, suas 95 teses contra o cristianismo vigente à época. O resto é história. E este domingo cairá, por providência divina, neste dia.

Pela manhã estaremos na Igreja do Senhor Jesus Cristo em São Paulo. O culto é transmitido pela internet, a quem interessar possa. Para chegar lá, siga estas instruções: indo pela Avenida Pacaembú, passando o WalMart, pegar a primeira que dá mão à direita, depois a segunda à direita e a primeira à esquerda. Fácil.

À noite, estaremos na Vineyard Capital, que fica na Rua Augusta, 902 (Clube Ralo 13).

A ida do Josué é estratégica para passarmos a segunda feira na Teodoro Sampaio, quem sabe não fazendo umas comprinhas para melhorar nosso equipamento de gravação, o que significaria mais músicas pra vocês. Torçam por isso.

Bem, espero nos vermos lá. Escolha um horário e vai lá ver a gente. :)

Um forte abraço,

Eduardo Mano

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Na Madrugada

Não uso drogas.

grato,

Eduardo Mano

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ó o CD aí – Velhas Verdades

Essa é uma prévia do CD. Arte por UANABI (falaremos mais sobre isso em uma próxima vez). Todas as cópias do nosso CD serão artesanais, e por isso, numeradas. Cada cópia será manipulada à mão: desde o manuseio da capinha, sua customização (a idéia é que cada uma seja diferente da outra) até o embalo. Dá trabalho? Dá. Mas para quem começou todo o processo artesanalmente (basta lembrar de como gravamos o CD), não dava para industrializar o processo agora, não é mesmo?

Essa primeira leva (números 001 a 060 – sendo que 10 deles estão separados para a banda) serão levados neste domingo para a Igreja Cristã Atos. Dia 29 nós da banda teremos uma reunião para falarmos sobre alguns assuntos, e algumas coisas podem mudar tanto na arte quanto naquilo que disponibilizaremos. #surpresas #aguardem

O nome do CD é Velhas Verdades, e falaremos mais sobre isso mais à frente também. A arte é simples e em Preto e  Branco, justamente por conta da manipulação / customização que faremos nele. Foi impresso em, papel reciclato 240 g/cm² (papo de designer nerd), o que pode nos colocar como uma banda “verde” também. :)

Ainda teremos mais um post, nos próximos dias, falando um pouco mais do CD, das participações especiais e das músicas. Por enquanto, só queríamos dizer que a hora chegou. :D

Um abraço

Eduardo Mano

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Pré-Mix Preview

Enquanto o CD não fica pronto, estamos colocando para download duas faixas da Pré-Mix. Para quem acompanhou aqui no blog e pelo twitter a gravação do CD, saiba que as faixas são exatamente aquilo que gravamos, sem tirar nem por. :)

As faixas selecionadas para esse preview foram Verdades Eternas, música nova que vem um pouco na pegada do Esperança (voz e violão) e Tu és Deus, música já bastante conhecida da galera aqui, mas agora repaginada.

Além disso, no pacote você encontra as cifras de ambas as músicas e um background para seu desktop. Porque sabemos que TODOS adoram brindes.

Para baixar, você já sabe a rotina: clica no banner abaixo e segue as instruções.

Lembrando, as faixas são da pré-mix, e não do CD final. Isso significa um monte de coisas, mas principalmente, que o que você vai ouvir não é o mesmo que vai sair no CD. Espere por um resultado melhor. ;)

É isso. Esperamos que gostem, e orem por tudo que vem por aí.

abraço,

Eduardo Mano e Os Tapetes Voadores
@eduardomano

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Adoniran Barbosa

Adoniran foi (é) um dos maiores nomes do samba nacional. Só não reconhece quem acha que pagode é samba. Ele se especializou em narrar o dia-a-dia e as histórias de São Paulo de uma forma extremamente bonita, simples, cheia de erros propositais de português e da influência italiana. Compôs inúmeros sambas, a maioria de grandíssimo sucesso na sua voz ou interpretado por nomes como Elis Regina e os Demônios da Garoa (além de Fundo de Quintal e os Originais do Samba, responsáveis por uma excelente versão de Saudosa Maloca, com os “jogascascaspralá”).

Eu comecei a ouvir os sambas do Adoniran nas vozes do Demônios da Garoa por influência do meu pai, e nunca deixarei de ser grato a ele por isso. Músicas como Saudosa Maloca e Iracema me deixam muito emocionado, por imaginar as situações nelas descritas. Já Samba Italiano, Tiro ao Álvaro, Samba do Arnesto , todas para mim têm cara de São Paulo, as ruas, os botecos, os bairros.

Dessas que falei, Saudosa maloca é minha favorita. Ela é melancólica, triste e de certa forma me fala sobre muitas coisas que nem sei explicar. Sacou?

Bem, ouçam aí a versão dos Demônios da Garoa, que para mim é a melhor, seguida da versão excelente dos originais do Samba (que tinha o Mussum como membro).

É isso. Momento samba. Procure outros vídeos do Adoniran no Youtube, que tem muita coisa boa por lá.

abraço,

Eduardo

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