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Pré-Mix Preview

Enquanto o CD não fica pronto, estamos colocando para download duas faixas da Pré-Mix. Para quem acompanhou aqui no blog e pelo twitter a gravação do CD, saiba que as faixas são exatamente aquilo que gravamos, sem tirar nem por. :)

As faixas selecionadas para esse preview foram Verdades Eternas, música nova que vem um pouco na pegada do Esperança (voz e violão) e Tu és Deus, música já bastante conhecida da galera aqui, mas agora repaginada.

Além disso, no pacote você encontra as cifras de ambas as músicas e um background para seu desktop. Porque sabemos que TODOS adoram brindes.

Para baixar, você já sabe a rotina: clica no banner abaixo e segue as instruções.

Lembrando, as faixas são da pré-mix, e não do CD final. Isso significa um monte de coisas, mas principalmente, que o que você vai ouvir não é o mesmo que vai sair no CD. Espere por um resultado melhor. ;)

É isso. Esperamos que gostem, e orem por tudo que vem por aí.

abraço,

Eduardo Mano e Os Tapetes Voadores
@eduardomano

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Escrito por Eduardo Mano en Faça um favor a si mesmo,Música,Novo CD,o amor é lindo y tiene (10) Comentarios

Nesta Semana

Amigos,

Como alguns de vocês sabem, nosso CD já está sendo mixado pelo habilidoso Jordan Macedo, e em breve já o teremos em mãos. Mas para tornar as coisas um pouco mais animadas, esta semana vamos liberar três faixas para download da pré-mix. Isso vai acontecer da seguinte forma:

Duas das faixas estarão disponíveis aqui no blog, e a terceira faixa estará disponível apenas pelo Twitter, pelo Tweet for a Track. Não se irrite com o sistema, ok? ;)

O que são pré-mixes? As pré-mixes são as faixas do CD sem o devido acabamento. Ou seja, alguns instrumentos estão mais altos que outros, nem todos os efeitos estão bem definidos. Mas fechamos o material de forma que a qualidade não esteja ruim (alguns amigos já ouviram e aprovaram) (y).

Estamos liberando a pré-mix, e não o material final, pois dessa vez faremos CDs mesmo, físicos. Então quem baixar não vai se arrepender de comprar o CD depois, pois as mesmas estarão com um acabamento diferente.

Além disso, o CD estará à venda aqui no blog e em algum outro lugar da Net, a definir ainda. Não vai ser caro e ainda vai ter uma surpresa, pode esperar. ;)

Por enquanto é isso. Nesta semana teremos downloads, oh yes! Fique ligado.

Um abraço,

Eduardo Mano

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Escrito por Eduardo Mano en Música,Novo CD,o amor é lindo y tiene (2) Comentarios

Tentando Responder, 2

o autor é o Cadu, o Intelectual Orgânico.

Quero apresentar a verdade dos fatos, do que tem sido divulgado nas revistas especializadas, tipo Mojo, Rolling Stones, Rock Brigade, etc…no que diz respeito ao nome da banda, a saber, “Tapetes Voadores”.

No ano da Declaração de Independência do Estado de Israel, em maio de 1948, a multidão festejava a realização de um sonho há muito acalentado, mas já se preparava para a guerra. No dia seguinte, logo após a saída dos ingleses de Eretz Israel – os exércitos regulares do Egito, Jordânia, Síria, Líbano e Iraque invadiram o país. No Iêmen, desde a votação da Partilha da Palestina pelas Nações Unidas, em 1947, a situação dos judeus se vinha deteriorando. A situação se complicou no início de 1948, diante de uma explosão da violência. O aumento das agressões e do perigo levou à decisão de evacuar toda a comunidade judaica iemenita para Israel – cerca de 50 mil pessoas – entre junho de 1949 e setembro de 1950. A operação foi simbolicamente denominada de “Tapetes Voadores”.

Eu, Duda e Sandro e Léo servimos a “Esquadra Tapetes Voadores”, uma espécie de “Esquadrilha da Fumaça”da época, em que só os pilotos muito, mas muito arrojados poderiam fazer parte.

Os vôos através de mais de 2 mil quilômetros que separavam o Iêmen de Israel, eram mantidos em segredo para evitar sabotagem. Havia inúmeros obstáculos, entre os quais o ataque das forças egípcias aos aviões e a escassez de combustível. Antes de partir, os pilotos eram avisados de que se fossem forçados a aterrissar em território inimigo, passageiros e tripulantes corriam o risco de ser executados.

A Operação “Tapetes Voadores” levou um ano para ser empreendida e constou de 380 viagens, sem registrar perdas. O profissionalismo e a excelência dos pilotos envolvidos no projeto foram fundamentais para seu êxito.

Aposentados desde 1995 com patente de tenente-brigadeiros (e que fora basicamente nossa dieta por aqueles dias, gerando em nosso corpos protuberãncias que resistem até hoje) decidimos que montaríamos uma banda de rock, e daríamos um nome que fosse bem marcante para nós, como o foram aqueles anos de aventura e heroísmo.

O escritor/pianista Josué Ribeiro, se inspirou nestes episódios para a criação de um dos personagens do livro “Exodus”, lançado em 1958, e também para arregimentar influência para entrar na banda em 2010.

É isso.

Cadu.

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Adoniran Barbosa

Adoniran foi (é) um dos maiores nomes do samba nacional. Só não reconhece quem acha que pagode é samba. Ele se especializou em narrar o dia-a-dia e as histórias de São Paulo de uma forma extremamente bonita, simples, cheia de erros propositais de português e da influência italiana. Compôs inúmeros sambas, a maioria de grandíssimo sucesso na sua voz ou interpretado por nomes como Elis Regina e os Demônios da Garoa (além de Fundo de Quintal e os Originais do Samba, responsáveis por uma excelente versão de Saudosa Maloca, com os “jogascascaspralá”).

Eu comecei a ouvir os sambas do Adoniran nas vozes do Demônios da Garoa por influência do meu pai, e nunca deixarei de ser grato a ele por isso. Músicas como Saudosa Maloca e Iracema me deixam muito emocionado, por imaginar as situações nelas descritas. Já Samba Italiano, Tiro ao Álvaro, Samba do Arnesto , todas para mim têm cara de São Paulo, as ruas, os botecos, os bairros.

Dessas que falei, Saudosa maloca é minha favorita. Ela é melancólica, triste e de certa forma me fala sobre muitas coisas que nem sei explicar. Sacou?

Bem, ouçam aí a versão dos Demônios da Garoa, que para mim é a melhor, seguida da versão excelente dos originais do Samba (que tinha o Mussum como membro).

É isso. Momento samba. Procure outros vídeos do Adoniran no Youtube, que tem muita coisa boa por lá.

abraço,

Eduardo

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Sobre a matéria da Revista Época

A Revista Época, na edição desta semana, tem como matéria de capa o seguinte texto: “Os novos evangélicos. Um movimento de fiéis critica o consumismo, a corrupção e os dogmas das igrejas – e propõe uma nova reforma protestante”.

Um título bem longo, como vocês podem ver. Eis a capa aí em cima pra não me deixar mentir.

A matéria, cujo título interno é bem melhor, foi (muito bem) escrita por um cara chamado Ricardo Alexandre que, ao que tudo indica, é evangélico também (coisa que notei ao ler o texto e, inclusive comentei com a Eline – isso não tira em nada do mérito do cara, já que o texto é realmente bom). Quer dar uma lida? clique aqui. Até aí, uma boa novidade: uma matéria na mídia que não fala mal dos evangélicos! Mas tinha mais uma notícia.

Sábado. Estávamos eu e Eline na rodoviária indo pra casa dos meus pais, comemorar o dia dos pais. Em algum momento eu estava checando os e-mails (coisa que acaba em outubro – minha internet móvel, não o checar e-mails) e o Bruno, nosso editor / diretor / assessor / homem da agenda disparou algo como “Eduardo Mano na Época”. Achei (óbvio) que era brincadeira mas fui lá conferir, e era verdade:

Refeito do susto, comprei a revista e fui pra Petrópolis. Durante a tarde de sábado até após o almoço de domingo, a única coisa que fiz foi acompanhar a repercussão do texto no twitter. Ler a matéria mesmo, só fiz domingo à noite, já em casa. Gostei da matéria, de verdade. E à luz da mesma, e de tudo que já foi falado, queria também dar meus 10 centavos de informação, no já clássico formato eleito para informações: bullet points.

• Eu gostei, e muito, de ter sido citado pela matéria, pelo principal e simples motivo de … ter sido citado. Concordo com diversos dos pontos levantados na matéria (como qualquer amigo meu sabe e todos os que acompanham o blog também sabem). Creio que todos na banda tenham motivos de felicidade nessa citação, o que me leva ao segundo ponto.

• Sempre que uma citação dessa for feita, relacionada à música e ao empenho em tornar as coisas do Reino mais dignas do nosso Rei, pode ter certeza que o nome citado deveria vir acompanhado de “e Os Tapetes Voadores”. Mas como não veio, saiba que o Sandro, o Cadu, o Léo e o Josué também foram citados (mesmo que indiretamente) na matéria. Não adianta: mesmo que vez ou outra eu vá sozinho a um compromisso, ou acompanhado de parte dos Tapetes, de fato todos vamos – lá estão eles comigo pois os levo no coração. São, como eles sabem, parte da minha família.

• Preciso olhar o texto a partir de outra perspectiva, e isso não quer dizer que o mesmo está errado e que eu estou certo, é mais uma questão de evocar alguns nomes e pessoas à esta história toda. Não creio que esse movimento seja, como diz o artigo, “novo”. Creio que ele é continuidade de algo ainda mais antigo, até mesmo anterior ao surgimento do neo-pentecostalismo. Teologicamente, por exemplo, grande parte dos nomes lá citados (além de uma multidão esquecida) já luta por uma mudança de pensamento eclesiológico já há algum tempo (de 20 a 30 anos, pelo menos). Musicalmente, então, nem se fala. Se hoje eu, o Lucas, o Hélvio, Palavrantiga, Tanlan e Crombie fazemos o que fazemos é porque muitos outros trilharam esse caminho antes de nós, nomes como Vencedores por Cristo, Grupo Elo, Logos, Rebanhão e Jovens da Verdade (citando apenas alguns) já faziam isso há 20, 30, 40 anos atrás. Mas isso não é uma crítica em si, é apenas um alerta para aqueles que desconhecem disso. Não há nada de novo debaixo do sol.

• Bandeiras. Embora nenhum dos citados nunca tenha levantado (ao menos que eu saiba) uma bandeira pela “nova reforma protestante”, todos levantam alguma bandeira. A nossa, como todos vocês sabem, é a da coerência teológica, da “música de igreja”, da educação dos santos. Quem nos conheceu no “Canções para Grupos Pequenos”, sabe o que esperar dos outros trabalhos. Embora não tenhamos pedido por essa citação, de certa forma ela é bem-vinda, pois reflete muito do que cremos.

• Dois ditos populares me vêm à mente com todo esse lance: o primeiro está relacionado ao fato de, embora todos os citados estarem agrupados no mesmo saco, nem todos são a mesma farinha. Basta lembrar de toda celeuma que tivemos há alguns anos na blogosfera por conta do teísmo aberto e pensar em alguns dos nomes envolvidos nas discussões – Gondim e Nicodemus (ambos citados na matéria como sendo do mesmo lado da moeda). E aqui não faço críticas a um ou outro, só penso no quão curioso é o fato. Outro dito é o famoso “quem está na chuva é pra se molhar”…

Enfim. Tudo isso é legal, mas particularmente, quero ver no que isso vai dar. Como já disse, ter o nome escrito numa revista de grande circulação não paga as contas, mas pode levar o ego lá em cima, onde ele não deveria estar. Por isso, mesmo grato por tudo isso, fico com a voz dos meus amigos, que estarão sempre prontos a dar um bom tabefe na nossa cara se a coisa sair do rumo. ;)

E não, Ricardo, não estou esnobando isso tudo… rsrsrsrsrs

Em tempo, recomendo a todos a leitura do texto do Nicodemus, que tá aqui, mesmo sabendo que nem todos vão concordar, alguns vão falar mal e tudo mais…

abraço,

Eduardo Mano

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Escrito por Eduardo Mano en Música,Pensamentos Dispersos,Teologia,o amor é lindo y tiene (13) Comentarios

A produção do CD

Algumas pessoas perguntaram, através de comentários no blog, telefonemas, sinais de fumaça, telegramas e até por pombo-correio como foi que fizemos a produção do CD d’Os Tapetes Voadores. Eis aí um resumo da ópera, editado por nosso amigo / assessor / diretor / editor / jornalista full time, Dias Bruno.

Resumindo ainda mais em forma de texto, fizemos toda a produção em casa mesmo, sem nenhuma experiência prévia com gravações. Utilizamos um computador comum com processador intel Core2Duo e uma placa M-Audio Fast Track Pro. Utilizamos como monitores de áudio uma TV (sério), Caixas de referência Mackie (valeu Rafa, meu cunhado, que nos salvou por bem mais de 5 dias) e por fim um microsystem mesmo. O maior investimento foi com microfones: Um Beta 57 e um SM 58, ambos da Shure, usados, que compramos no 1º dia de gravações. Ambos foram usados para captar a percussão, violões e vozes.

Além disso usamos nossos próprios intrumentos: uma guitarra Ibanez , baixo Condor, violões Ibanez e Martin (graças ao Diego, da Interlúdio, que também emprestou sua voz em uma faixa), um xilofone de criança, teclados e percussão.

Muita coisa foi improvisada, e ficamos surpresos com o resultado final. Tanto que desistimos da idéia de nós mesmos mixarmos as faixas, que era nosso plano inicial.

Se alguém tiver mais alguma dúvida, ou algo não tenha ficado muito claro, fala que a gente te escuta. ;)

abraço,

Eduardo

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Escrito por Eduardo Mano en Música,Novo CD y tiene (6) Comentarios

Banda Cover

É claro que a designação “banda cover” é uma grande brincadeira. É mais que normal que, quando indo a outras igrejas, qualquer banda toque músicas de outras bandas, e assim por diante. Conosco não é diferente, até por uma questão de “propósito”, mas enfim.

No final de junho estivemos na Igreja Batista do Méier e uma das músicas que tocamos lá foi Casa, do Palavrantiga.  Sabe como é, os rapazes precisam de uma moral pra começar, né, daí a gente colocou essa “musiquinha” deles no repertório. ;)

Fiquem com o vídeo, as cenas engraçadas protagonizadas pelo Léo, as desafinações (minhas) e a nossa tentativa de fazer essa a terceira melhor versão da música, atrás apenas da versão dos próprios meninos (óbvio) e a outra, do Chrystian e Ralf. ;)

Perdoem pelo “pô” e pelo “caraca”. :P

A seguir, mais posts sobre a gravação. Acho.

abraço,

Eduardo

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Escrito por Eduardo Mano en Música y tiene (2) Comentarios

Josafá Ribeiro

O Josafá entrou na minha vida (e na vida de outros amigos) através do Gênese. Ele é um dos caras mais engraçados e gente boa que já conheci, e duvido alguém dizer algo contrário. Além disso, ele é irmão do Josué, tecladista da banda, o que fez ele se tornar parte integrante da “Família Tapetes” (a família Restart que se cuide… rsrsrs).

Eu encomendei ao Josafá uma logo para a banda. Queria algo com influências setentistas, e eis o que ele fez. Essa é a apresentação oficial da logo da banda:

Fiquei muitíssimo impressionado e feliz com a logo, e certamente faremos camisetas dela. ;)

O Fá (apelido do Josafá) ficou conosco durante os sete dias de gravação na casa, e resolvi fazer outra encomenda a ele: um desenho no case do meu violão. Sem mais, delongas…

Mar, uma caravela pirata, um polvo caolho. Lindo.

Se você tem uma banda e gostaria de se juntar ao seleto time de clientes do Fá (que, além da gente, tem também a Interlúdio e o Velho Irlandês), deixa um comentário com seu e-mail que eu faço a intermediação. Você não vai se arrepender.

Fá, você é o cara.

abraços,

Eduardo.

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Escrito por Eduardo Mano en Gênese,Música,Novo CD,design y tiene (9) Comentarios

Tapetes Gravando, 02

Voltando às gravações…

Hoje, dando uma olhada nos backups de tudo que registramos nesses dias, percebi que não temos sequer UMA foto do Sandro. Nenhuma, zero. Uma GRANDE injustiça. O Sandro foi o cara que chegou pra arrebentar. Fechou 8 músicas em um dia e mais uma na tarde seguinte. Por conta dos compromissos dele em sua igreja, infelizmente ele e Tati não puderam passar mais tempo conosco, mas eles sabem que completam a família. :)

Hoje, como ontem, temos mais dois vídeos curtos da gravação, e mais fotos. Além disso, algumas notas.

O Cadu foi nosso chef por boa parte do tempo em que estivemos aqui. Fez sua famosa e já tradicional guacamole, além de uma carne moída ao molho digna de estômagos vazios. Além disso, fez macarronadas de arrebentar. A mãe do Diego prestou sua imensa contribuição ao nosso peso ao enviar, através de seu filho, dois bolos de carne recheados. De resto, a comida foi basicamente sanduíches e pizzas. Eu, já gordo, certamente engordei mais nesses dias.

A casa, nesses dias, ficou uma bagunça inacreditável. Nada que uma boa arrumada e faxina não resolvessem. ;)

Vamos aos vídeos:

e às fotos

E é isso… acabei de achar alguns vídeos de quando tocamos na Igreja batista do Méier, quase um mês atrás, se pá, edito e coloco por aqui também.

Mais em breve.

Abraço,

Eduardo

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Escrito por Eduardo Mano en Faça um favor a si mesmo,Música,Novo CD,o amor é lindo y tiene (1) Comentario

Tapetes Gravando, 01

A série de posts sobre a gravação já começou, coma ajuda do Dias Bruno, que foi nosso correspondente “interexterno” (piada, claro) durante os dias que cá estivemos (e olha que o processo durou 7 dias aqui na casa, enfurnados).

Ainda faltam alguns teclados para dizermos com convicção que a gravação (no sentido de captação de áudio) terminou de vez, mas creio que o Josué (ou Fué) mata isso logo, de casa mesmo. Fora isso, eu, Léo, Sandro e Cadu resolvemos nossas partes aqui. Teremos sons grandiosos de baixo, riffs, licks e frases de guitarra memoráveis e um som de percussão que não fica devendo nada a nenhuma bateria. :D

Enquanto isso, vamos soltando alguns vídeos e fotos, a começar por agora mesmo (já que, como disse o Cadu, fica feio não fazermos isso ;) ).

Os vídeos são curtos mesmo. Por isso, libero dois hoje. ;)

E eis algumas fotos.

Perdoem as fotos repetidas. ;)

Amigos Jônatas (fotógrafo que ainda tem trabalho pela frente), Bruno (que também tem trabalho pela frente), Josafá (que fez a logo da banda e desenhou no case do meu violão) e Diego (que escreveu algo sobre a participação dele no trabalho e desempenhou sua parte com maestria): vocês são amados.

Mais posts em breve.

Eduardo

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Escrito por Eduardo Mano en Música,Novo CD,o amor é lindo y tiene (2) Comentarios