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	<title> &#187; Pensamentos Dispersos</title>
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		<title>O Rock na Argentina</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Mar 2012 23:55:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Mano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamentos Dispersos]]></category>

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		<description><![CDATA[<div id="fb-root"></div>Uma das coisas que me impressiona aqui na Argentina (além dos alfajores, das carnes, a arquitetura, da beleza do país, etc&#8230;) é a força que o Rock tem entre a juventude, e não apenas entre a juventude, já que qualquer pessoa com mais de 35 anos é fã do estilo. Sei disso por dois fatores: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das coisas que me impressiona aqui na Argentina (além dos alfajores, das carnes, a arquitetura, da beleza do país, etc&#8230;) é a força que o Rock tem entre a juventude, e não apenas entre a juventude, já que qualquer pessoa com mais de 35 anos é fã do estilo. Sei disso por dois fatores:</p>
<p>1 &#8211; Há mais rádios tocando rock na cidade de Buenos Aires do que se pode acompanhar. E por rock, eu me refiro a rádios especializadas em rock dos anos 60, 70, 80, 90 e do novo Rock. Ainda se compra muito disco por aqui (vinil e CDs), e nas lojas, há vasta publicidade (em catellano) para os novos lançamentos de bandas de rock (e poucos para bandas de pop). O clube The Cavern (se não conhece, joga no google) abriu sua <a href="http://www.thecavern.com.ar/index.php" target="_blank">primeira filial fora da inglaterra</a> aqui, onde há também um museu dos Beatles e onde, duas vezes por semana, há shows com bandas <em>cover</em> dos Fab Four.</p>
<p>2 &#8211; Há GRANDES shows de rock no país, todo ano. Claro que os mesmos (quase) sempre passam pelo Brasil. Mas apenas a título de exemplo, Roger Waters, ex-líder do Pink Floyd, em turnê mundial com o espetáculo The Wall, agendou 8 shows em Buenos Aires (contra uma no Rio, duas em SP e um em Porto Alegre). Há uma semana, aconteceu o festival <a href="http://www.rollingstone.com.ar/1425176-quilmes-rock-2012-foo-fighters-y-arctic-monkeys-confirmados" target="_blank">Quilmes Rock &#8217;12</a>, que contou com Foo Fighters, Joan Jett, Band of Horses e Arctic Monkeys (dentre outros, como MGMT e Crosses). Eu, é claro, não fui em nenhum deles. <img src='http://eduardomano.net/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Ontem eu e <a href="http://vimvipostei.tumblr.com/" target="_blank">Eline</a> fomos até <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Avenida_Corrientes#La_calle_que_nunca_duerme" target="_blank">uma avenida</a> que, há anos, é conhecida por suas lojas de livros e discos usados (por falar nisso, ano passado Buenos Aires foi escolhida como a &#8220;<a href="http://www.capitaldellibro2011.gob.ar/acerca_bacml2011.htm" target="_blank">Capital Mundial do Livro</a>&#8220;. Seria possível passar dias nas lojas, conhecendo os acervos, pesquisando bons preços e títulos difíceis de se encontrar. Encontrei antigas edições de revistas de rock espanholas e inglesas (RIP, Kerrang, entre outras), inúmeros livros sobre músicos de rock e bandas, escritos por autores argentinos e, claro, traduções. Por onde quer que andávamos, e a cada loja que entrávamos, a música que nos recebia era o bom e velho rock (passando por Janes Joplin,  The Clash e Arcade Fire).</p>
<p>Só para deixar bem claro, este post não tem por intenção dizer que a Argentina é melhor que o Brasil. São países extremamente diferentes. Achar que, pela proximidade, vir ao país conta como uma ida a um estado brasileiro é um erro BEM bizonho. Primeiro porque se você tenta falar com eles em português você vai levar uma risada na cara (mentira, eles são bem educados). Segundo  porque é só pisar aqui pra ver que tem algo diferente. Mas não é melhor que o Brasil.</p>
<p>Ah, detalhe: aqui também toca Gustavo Lima, Michel Teló e Axé. Para o meu desespero, embora em quantidade infinitamente menor que no Brasil.</p>
<p>Este post foi escrito ao som de uma rádio argentina que tocou: Sisters of Mercy, Kings of Leon, alguns rocks argentinos que não conheço e Queen.</p>
<p>Hasta luego!</p>
<p>Eduardo Mano (sobrenome que não faz sentido nem no Brasil nem na Argentina)
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		<title>Decisões</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Feb 2012 22:40:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Mano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamentos Dispersos]]></category>

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		<description><![CDATA[Em cada momento de nossas vidas somos levados a tomar decisões. Algumas delas não farão a menor diferença após um ou dois dias, mas outras certamente têm o poder de mudar nossas vidas, seja temporariamente ou permanentemente. Não quero, aqui, entrar nos méritos teológicos da questão, quanto ao estarmos plenamente livres para tomar qualquer decisão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://eduardomano.net/wp-content/uploads/2012/02/Sem-Título-1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-3098" title="Sem Título-1" src="http://eduardomano.net/wp-content/uploads/2012/02/Sem-Título-1.jpg" alt="" width="580" height="400" /></a></p>
<p>Em cada momento de nossas vidas somos levados a tomar decisões. Algumas delas não farão a menor diferença após um ou dois dias, mas outras certamente têm o poder de mudar nossas vidas, seja temporariamente ou permanentemente.</p>
<p>Não quero, aqui, entrar nos méritos teológicos da questão, quanto ao estarmos plenamente livres para tomar qualquer decisão ou se vivemos de forma a cumprir aquilo que Deus, em sua infinita misericórdia, determinou. Falo de coisas mais simples.</p>
<p>Em 2010 eu e minha esposa estivemos pela primeira vez na Argentina. Viemos em férias, por alguns dias, e a impressão que tivemos foi a melhor possível. Voltamos ao Brasil já planejando nossa volta ao país &#8211; alguma coisa marcou a gente. É claro que você pode dizer que isso acontece com qualquer um, em qualquer viagem. Mas não foi bem assim. A única referência que tenho do que senti é meu carinho pela cidade de São Paulo (carinho incompreendido pela maioria dos meus amigos).</p>
<p>Passamos 2011 pensando nisso. Fizemos planos de ficar mais tempo (6 meses, 1 ano, talvez). Chegamos a quase desistir de voltarmos. Mas 2012 veio com algumas novidades e necessidades, e conseguimos equalizar tudo de forma a voltarmos à Argentina, onde estamos agora.</p>
<p>Não foi decisão das mais fáceis virmos agora. Tanto eu quanto minha esposa precisamos abrir mão de outras coisas que também gostaríamos de fazer. Eu abri mão de convites para tocar em retiros de carnaval e também de datas nesta época em que estamos aqui, e olha que tocar, ir às igrejas e conhecer gente nova é algo que gosto muito de fazer. Mais foi a decisão que precisamos tomar para que essa viagem, e o que ela representa para nós como família, acontecesse.</p>
<p>Esse nosso tempo aqui é de aprendizado e trabalho. Literalmente. Cursos e trampos a mil. Uma viagem diferente, vivendo não como turistas (o que é estranho, já que não estamos em nossa terra natal), mas aprendendo e aproveitando o que podemos, conhecendo lugares fora da rota das empresas de turismo&#8230; é claro que reservamos dias para conhecermos melhor a cidade, fazendo coisas que não fizemos da primeira vez, mas a maior parte dos dias é em salas de aula e home offices, e online.</p>
<p><a title="Vim, Vi e Postei!" href="http://vimvipostei.tumblr.com" target="_blank">Eline iniciou um blog</a> onde ela conta nossos dias aqui. São dicas de viagem fora do usual, esperamos que vocês curtam. Buenos Aires é uma cidade excelente para se visitar, barata e amigável.</p>
<p>Deus tem sido bom. Há muito o que viver aqui ainda, nem estamos no final de nossa primeira semana (e ainda faltam algumas!) e já deu pra ver que Ele tem muito a mostrar e falar. Espero que isso se transforme em músicas, textos e outras coisas.</p>
<p>Orem pela gente. Logo eu coloco em algum lugar algumas datas já confirmadas onde vou tocar na volta ao Brasil. Quem sabe não nos vemos por aí e conversamos sobre aquilo que Deus tem feito em nossas vidas (na sua e na nossa!).</p>
<p>Um abraço a todos.</p>
<p>Eduardo Mano
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		<title>a quem interessar, parte 3</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 02:16:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Mano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamentos Dispersos]]></category>

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		<description><![CDATA[Bom, feliz ano novo. Este ano iniciou com algumas resoluções. Como vocês leram no último post, o ano passado não foi o melhor de todos, mas o aprendizado foi grande. O lance é que não deveríamos nos cansar de aprender acerca das coisas de Deus (e de outras também, claro), então a primeira resolução do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, feliz ano novo.</p>
<p>Este ano iniciou com algumas resoluções.</p>
<p>Como vocês leram no último post, o ano passado não foi o melhor de todos, mas o aprendizado foi grande. O lance é que não deveríamos nos cansar de aprender acerca das coisas de Deus (e de outras também, claro), então a primeira resolução do ano foi a de ler a Bíblia novamente, completa. Novamente porque a primeira vez que fiz isso foi em 2003, e nos outros anos minha leitura foi claudicante. Então, voltei a ela. Meio sem ritmo (já que o trabalho não tem sido bom comigo), mas voltei.</p>
<p>Também decidi, e avisei isso a alguns amigos há algumas semanas, me desligar do Coletivo Echo, tanto como &#8220;gerente&#8221; quanto como &#8220;artista&#8221;. Mal administro a banda e minha vida, quanto mais um coletivo. Informei isso aos caras que devem tocar o Echo daqui para frente, e oro para que a coisa decole, de verdade.</p>
<p>Decidi um monte de outras coisas, que ficarão não ditas.</p>
<p>Mas tem uma coisa a respeito de decisões: nós não podemos controlar muito o que vai ser delas ao fim. Como a palavra nos instrui, o certo é dizer &#8220;se Deus quiser, faremos isso ou aquilo&#8221;, então minhas decisões basicamente residem na vontade última de Deus.</p>
<p>Agora, seguimos com a programação normal.</p>
<p>Um abraço!</p>
<p>Eduardo
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		<title>a quem interessar, parte 2</title>
		<link>http://eduardomano.net/a-quem-interessar-parte-2/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 04:52:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Mano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamentos Dispersos]]></category>
		<category><![CDATA[Teologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Às vezes eu não faço ideia do que eu estou fazendo. Refiro-me ao lado musical da minha vida. Este talvez seja o texto mais difícil que já escrevi. Sinceramente, é um exercício autoavaliação bem complicado admitir algumas das minhas falhas (para não dizer pecados), mas este ano estas coisas ficaram tão latentes para mim que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Às vezes eu não faço ideia do que eu estou fazendo. Refiro-me ao lado musical da minha vida.</p>
<p>Este talvez seja o texto mais difícil que já escrevi. Sinceramente, é um exercício autoavaliação bem complicado admitir algumas das minhas falhas (para não dizer pecados), mas este ano estas coisas ficaram tão latentes para mim que não escrever isso seria não dar mais um passo rumo a uma libertação que espero em Deus.</p>
<p>Eu sofro de uma incrível dose de pessimismo, e minha constante autodepreciação não é ferramenta para o &#8220;ei, olhem para mim&#8221;, mas sim algo infelizmente verdadeiro. Quando apresento uma música nova a alguém, eu nunca espero que ela possa ser &#8220;gostada&#8221;, mas sim, criticada.</p>
<p>Tendo dito isto, posso dizer que algumas atitudes que tomei durante este ano em relação à minha suposta &#8220;carreira&#8221; musical foram completamente equivocadas, embora tenham sido divertidas. Por exemplo, no início do ano convoquei meus amigos (e a pessoas que nem conhecia) a votarem na banda para que participássemos de um festival. Enchi o saco de um monte de gente, e acabamos indo lá tocar. Mas antes, eu passei um mês em Manaus com Eline. Arrisco dizer que foi, de longe, o melhor mês do ano. Senti Deus, de alguma forma, reafirmando algumas coisas para mim. E depois, fomos para o festival, que foi muito legal. Mas a experiência na cidade de São Paulo, no geral, foi péssima. Horas antes de voltarmos ao Rio, eu estava muito mal, questionando tudo aquilo que Deus havia reafirmado algumas semanas antes, enquanto olhava o céu do barco, entre uma comunidade ribeirinha e outra, vendo o poder e glória de Deus através da criação.</p>
<p>Durante a volta para o Rio, de ônibus, pude refletir no quanto estive errado em perseguir aquele final de semana, como se ele pudesse representar uma mudança em algo. Sou grato ao pessoal que nos levou, e guardo no coração os momentos com os amigos lá, mas não deveria ter ido.</p>
<p>Também pude ver o quão invejoso eu sou. Triste admitir isto, mas algumas vezes eu me vi desejando (cobiçando) aquilo que outras pessoas tinham, as oportunidades que lhes eram apresentadas, a exposição que lhes garantiam. Questionei a Deus as razões de eu não tocar tanto quanto outras bandas tocavam, de não ter tantos convites, tantos seguidores no twitter (sim, cheguei a ESSE ponto, olha que merda), tantas pessoas falando a respeito da minha música&#8230; e isso, lamentavelmente, foi roubando a alegria e a força de cada email e mensagem de pessoas não elogiando aquilo que eu compunha, mas dizendo o quanto Deus falou ao coração delas através de alguma música minha.</p>
<p>Ouvi coisas que não ajudaram muito, também. Soube que um amigo havia dito para algumas pessoas que eu não era mais conhecido pois não sabia me divulgar direito. Também ouvi (mais de uma vez) que se eu fizesse &#8220;um som como o da banda A ou B&#8221; mais pessoas gostariam daquilo que eu faço. Este não é o tipo de coisa que alguém com um problema de baixa auto-estima gosta de ouvir, além de levar à inevitável e maldita comparação.</p>
<p>Nunca fiz música pensando em mercados, e por muito tempo me esforcei em fazer tudo da forma mais independente possível. Tentei acreditar que estava utilizando as mídias sociais da forma correta, mas a verdade é que eu basicamente fracassei. Não sei aplicar ferramentas ao que faço, e tenho medo de fazer isto. Perceber que sou alguém invejoso (em tratamento constante) faz com que eu tenha medo de tentar algo que alguém faça muito bem, com medo de falhar e a inveja voltar a aparecer. E ao mesmo tempo, eu não quero mudar aquilo que penso e sou com vistas em ter maior exposição, alcançar mais gente&#8230; vou continuar rimando Cruz e Jesus quando for necessário. Só a título de exemplo, uma das pessoas que mais admiro neste meio musical cristão gravou apenas um CD em sua vida inteira após 35 anos de ministério e serviço à Igreja. E morreu logo após lançar o disco.</p>
<p>O que me leva a outro ponto: eu não faço música de igreja por achar que isso tem futuro, obviamente. Faço por plena convicção de chamado. Sei que falar em chamado significa dizer que é algo que sinto ser de Deus, e ao colocar Deus na questão eu praticamente excluo qualquer possibilidade de discussão, mas é a mais pura verdade. Não mudei o que faço em 18 anos: desde os 14 faço exatamente a mesma coisa: escrevo pensando em Deus mas duvidando que alguém vá gostar daquilo.</p>
<p>Apesar de quem eu sou, e das besteiras que penso, sinto e falo, eu tenho uma paixão profunda por aquilo que Deus opera através de músicas entoadas com o intuito de ensinar a respeito de quem Ele é, em louvor unicamente a Ele. Eu sei disso pois foi exatamente isto que me trouxe a Ele, mesmo sendo filho de um lar cristão.</p>
<p>Neste ano eu pude ver claramente aquilo que Deus permitiu acontecer em minha vida e aquilo que Ele barrou, na minha frente, na maior cara de pau, por me amar. Pude, como bem cantou João Alexandre um dia, ver &#8220;meus olhos no espelho, por fora um herói, por dentro um ladrão&#8221;. Ver meu pecado na minha frente e ser confrontado por isso. E sou grato a Deus por tudo isso (embora às vezes não entenda muito bem as coisas que acontecem).  Eu não faço a mínima ideia de como será o ano que vem, embora tenha decidido em meu coração algumas coisas, mas o que eu espero sinceramente é que Deus continue Seu tratamento comigo. Que a inveja suma da minha vida, que a autodepreciação apareça bem menos e que Cristo seja glorificado naquilo que eu faço, e em minha família.</p>
<p>continua.</p>
<p>Eduardo Mano
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		<title>a quem interessar, parte1</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Dec 2011 02:40:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Mano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamentos Dispersos]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu gostaria que vocês entendessem um pouco mais do que passa na minha cabeça. Mas em que sentido? No sentido daquilo que penso e sinto a respeito da minha vida com a música. É claro que, lendo meus textos aqui já dá pra sacar um pouco, mas gostaria de ir um pouco além. Na verdade, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu gostaria que vocês entendessem um pouco mais do que passa na minha cabeça. Mas em que sentido? No sentido daquilo que penso e sinto a respeito da minha vida com a música. É claro que, lendo meus textos aqui já dá pra sacar um pouco, mas gostaria de ir um pouco além. Na verdade, eu já fui: o texto já está escrito, só não será postado hoje.</p>
<p>Neste(s) texto(s) eu vou tentar falar algumas coisas que sinto, bem como algumas coisas que estão por vir. Nem tudo será bonito, mas será essencial para como, na minha cabeça, as coisas devem passar a funcionar. Espero em Deus que Ele me liberte de algumas prisões relacionadas à prática da música.</p>
<p>Um abraço a todos.</p>
<p>Eduardo
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		<title>Coluna</title>
		<link>http://eduardomano.net/coluna/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 23:01:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Mano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamentos Dispersos]]></category>

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		<description><![CDATA[E mais uma vez sou traído pela minha saúde. Ou melhor, pela falta de. Minha coluna novamente deu sinais de envelhecimento e me levou pro hospital. Foram oito horas de emergência ontem, domingo, e mais três hoje, segunda. Estou à base de analgésicos. E oração, claro. Se lembrar, ore pelo gordinho aqui. Abraço, Eduardp //Tweet [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="display:block;margin-right:auto;margin-left:auto;" alt="image" src="http://eduardomano.net/wp-content/uploads/2011/12/wpid-2011-12-18_19-40-22.jpg" /></p>
<p>E mais uma vez sou traído pela minha saúde. Ou melhor, pela falta de. Minha coluna novamente deu sinais de envelhecimento e me levou pro hospital. Foram oito horas de emergência ontem, domingo, e mais três hoje, segunda.</p>
<p>Estou à base de analgésicos. E oração, claro. Se lembrar, ore pelo gordinho aqui.</p>
<p>Abraço,</p>
<p>Eduardp</p>
<div class="ptl_div"><script>
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		<title>Crentes Cretinos</title>
		<link>http://eduardomano.net/crentes-cretinos/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Dec 2011 04:13:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Mano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamentos Dispersos]]></category>
		<category><![CDATA[Teologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Você conhece esse pessoal. Aqueles que vibram quando alguma coisa dá errado na Igreja. E por Igreja, não quero dizer aquela congregação barulhenta na esquina da sua casa, mas sim a instituição Igreja, o Corpo de Cristo. São aqueles que riem quando um irmão cai. Os que apontam o dedo quando o líder de louvor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://eduardomano.net/wp-content/uploads/2011/12/jesus-buddy-copy.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-3054" title="jesus-buddy copy" src="http://eduardomano.net/wp-content/uploads/2011/12/jesus-buddy-copy.jpg" alt="" width="560" height="340" /></a></p>
<p>Você conhece esse pessoal. Aqueles que vibram quando alguma coisa dá errado na Igreja. E por Igreja, não quero dizer aquela congregação barulhenta na esquina da sua casa, mas sim a instituição Igreja, o Corpo de Cristo.</p>
<p>São aqueles que riem quando um irmão cai. Os que apontam o dedo quando o líder de louvor da antiga igreja deles aparece com a namorada grávida, ou quando o pastor da igreja do amigo assume que é homossexual e foge com um diácono. Eles riem. Eles têm prazer nisso, um prazer quase erótico.</p>
<p>São aqueles caras que escarnecem de quem adere a algum movimento de santidade sexual, ou qualquer tipo de santidade (se é que existam tais definições &#8211; ou é santidade ou não é). Falam mal do movimento, falam mal de quem assume ser parte, falam mal até de quem não tem nada a ver com o assunto, só pra falar mal. Fazem isso, sei lá, pra justificar a vida libertina que levam? Levam camisinha para a igreja, e a Bíblia num <em>app</em> de celular que nunca é utilizado.</p>
<p>São os <em>crentinos</em> que vão para o culto no domingo e ficam checando as atualizações dos amigos em seus <em>smartphones</em>. Ou pior: tiram fotos da banda <em>übercool</em> de &#8220;louvor&#8221; de sua igreja e postam nas redes sociais comentando como é legal que na igreja deles toque U2(?) e Coldplay(?). Depois do culto, vão pra uma baladinha, abrir a semana com uma cervejinha importada gelada ou um drink. Pergunte pra eles qual a passagem que o pastor usou na pregação e é mais fácil que eles lembrem que o mesmo citou uma bela música do John Lennon, mas se bobear, nem mesmo o João 3.16 sabe de cór.</p>
<p>Para eles, Jesus bom é o jesusmanero ou o buddy Jesus do filme Dogma. Fazer ação social ou caridade requer marca, slogan, camiseta, adesivo e tudo mais. E um nome em inglês. Porque se não for em inglês, não é <em>hype</em>.</p>
<p>São os <em>crentinos</em> que, quando afrontados por suas ações ou atos pecaminosos, soltam o clássico &#8220;não julgueis para que não sejais julgados&#8221;, como alguém que grita &#8220;tô de altos&#8221; num pique pega, ou pique esconde. Ou seja: continuam levando a vida como crianças.</p>
<p><strong>&#8220;Buscai ao SENHOR enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto. Deixe o ímpio o seu caminho, e o homem maligno os seus pensamentos, e se converta ao SENHOR, que se compadecerá dele; torne para o nosso Deus, porque grandioso é em perdoar.&#8221;</strong></p>
<p>O texto de Isaías 55.6-7 é duro, mas é para todos. As coisas precisam mudar. De boa, precisam mesmo. Do jeito que está, daqui a pouco tem gente fazendo <em>streaptease</em> e dançando de cueca em pleno congresso jovem, em plena &#8220;igreja&#8221;, e achando tudo isso muito normal.</p>
<p>Mas creio que, para isso, já seja tarde demais.</p>
<p>Eduardo Mano
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		<title>Reforma, Zumbis e blá blá blá</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 23:43:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Mano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamentos Dispersos]]></category>
		<category><![CDATA[Teologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje 31 de outubro, se comemora muitas coisas. Por exemplo, hoje é o dia do Saci, o que vem bem a calhar com o (também comemorado hoje) Halloween. Neste dia, nasceram o ator Rob Schneider e Dunga (o técnico, não o anão). Neste dia, há quase 20 anos, morreu o ator River Phoenix. Mas creio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje 31 de outubro, se comemora muitas coisas.</p>
<p>Por exemplo, hoje é o dia do Saci, o que vem bem a calhar com o (também comemorado hoje) Halloween.</p>
<p>Neste dia, nasceram o ator Rob Schneider e Dunga (o técnico, não o anão). Neste dia, há quase 20 anos, morreu o ator River Phoenix.</p>
<p>Mas creio que o fato mais importante se deu a 31 de outubro de 1517, quando Lutero inicou a Reforma Protestante. E como muitos blogs de teologia séria (e alguns não tão sérios assim) já falaram tudo que havia a ser dito há alguns anos atrás, tudo que eu tenho para dizer é aquilo que eu tuitei na noite passada, em inglês:</p>
<p>Reformation Day kicks the crap out of Halloween, and thus I have spoken. Que numa tradução livre soaria como &#8220;o Dia da Reforma dá um chute na bunda do Hallwen, e tenho dito&#8221;. Certamente algo profundo e teológico.</p>
<p>Hoje também ficou marcado como o dia do meu interminável blá blá blá a respeito de como eu escreveria um filme a respeito da Reforma e de zumbis, e de como esse suposto filme receberia mais de 659 Oscares e uns 437 Grammies (sabe como é, eu não deixaria a música do filme em segundo plano). Mas é aquilo: cheguei em casa cansado e sem saco para escrever. O roteiro vai ficar pra depois.</p>
<p>No mais&#8230; Reforma Protestante. Livre acesso às Escrituras. Pessoas morreram por conta disso. Não é apenas um dia, e não deveria ser.</p>
<p>Um abraço!</p>
<p>Eduardo
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		<title>Frustração</title>
		<link>http://eduardomano.net/frustracao-2/</link>
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		<pubDate>Wed, 12 Oct 2011 21:19:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Mano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamentos Dispersos]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando você se dá conta de que o caminho a ser percorrido é maior do que o que você imaginava, e que tudo aquilo que tinha por certo, na verdade não estava tão garantido. Perceber que você e suas atitudes não estão assims tão corretas quando você pensa. Bola pra frente. A graça de Deus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando você se dá conta de que o caminho a ser percorrido é maior do que o que você imaginava, e que tudo aquilo que tinha por certo, na verdade não estava tão garantido.</p>
<p>Perceber que você e suas atitudes não estão assims tão corretas quando você pensa.</p>
<p>Bola pra frente. A graça de Deus é sempre suficiente, mas o coração precisa ser quebrantado.
<div class="ptl_div"><script>
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		<title>Outono, vídeo novo</title>
		<link>http://eduardomano.net/outono-video-novo/</link>
		<comments>http://eduardomano.net/outono-video-novo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Sep 2011 00:53:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Mano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamentos Dispersos]]></category>
		<category><![CDATA[Teologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Outono foi composta há alguns anos atrás. Foi na época em que eu estava no seminário e passava por uma situação não muito agradável de desemprego. Por mais que Deus suprisse tudo o que eu e Eline precisávamos através de amigos e família, eu precisava acreditar que a primavera chegaria e que aquila situação seria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="560" height="315"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=29571991&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="315" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=29571991&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p>Outono foi composta há alguns anos atrás. Foi na época em que eu estava no seminário e passava por uma situação não muito agradável de desemprego. Por mais que Deus suprisse tudo o que eu e Eline precisávamos através de amigos e família, eu precisava acreditar que a primavera chegaria e que aquila situação seria revertida.</p>
<p>Em outubro de 2008, um pastor amigo me indicou ao dono de uma agência de design. Lá estou até hoje. <img src='http://eduardomano.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Mas independente deste outono / deserto da minha vida ter passado, já passei desde então por outros, alguns mais curtos, outros mais intensos, mas ainda assim, eles vieram. E não tenho muitas dúvidas que esta fórmula se repetirá ao longo da minha vida. Afinal, se tem uma coisa que Jesus garantiu pra gente é que no mundo teríamos aflições.</p>
<p>Mas Ele venceu o mundo. <img src='http://eduardomano.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Voltando à música, ela é muito especial pra mim, e vira e mexe alguém por aí descobre ela e manda uma mensagem dizendo o quanto a canção está ajudando. Fico feliz com isso, pois essa era a intenção.</p>
<p>A versão do vídeo acima foi gravada durante o último Sarau da Vila, realizado pela Igreja Metodista de Vila Isabel, e contou com a participação do Léo, baterista da banda Grãos da Terra e do Marcus Bispo, tecladista amigo e fantástico, nesta ordem. <img src='http://eduardomano.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Espero que vocês curtam.</p>
<p>A Deus, sempre, toda glória.</p>
<p>Eduardo Mano</p>
<p>(quem quiser ver no youtube, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=mZe4CyfckoE" target="_blank">clica aqui</a>)
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