Batista Memorial de Teresópolis

Mantendo a tradição de posts atrasados, no último sábado nós (a banda) subimos a serra de Teresópolis com um pretexto e um propósito. O pretexto era tocar no culto da manhã da Igreja Batista Memorial de Teresópolis, mas o propósito era participar da comemoração do aniversário do Sandro, nosso baixista. Então lá nós fomos.

Saímos do Rio debaixo de quase 40º e fomos presenteados com uma Teresópolis de clima ameno. Coisa fina demais. Subimos cedo por conta de uma sessão da Mary Kay que minha esposa iria fazer lá e aproveitamos para conhecer alguns membros da Igreja e andar pela cidade. À noite, jantamos e fomos para a casa que nos hospedaria, cada um.

Chegamos cedo à Igreja e ao contrário do que esperávamos, não ensaiamos. Na verdade, tocamos no culto sem ensaiar. Mas voltando, chegamos e fomos para a EBD, onde pudemos atrapalhar a aula. ;)

No culto, encontramos uma Igreja vibrante, animada e, pelo que já tínhamos visto, unida. A Igreja já experimentou coisas muito dolorosas, mas está vivendo um tempo feliz em Deus. Com a liderança do Pastor Roque Carvalho e o auxílio dos ministros (entre eles o próprio Sandro, que serve junto aos jovens, adolescentes e também na música), Deus tem feito coisas muito bonitas por lá.

Tocamos duas músicas no culto da manhã: Tu és Deus e Outono. Ambas foram bem recebidas. No culto da noite ainda tocamos (já sem o Cadu) Mais Chegado que um Irmão, música que a igreja já canta em seus cultos (fato que me deixou muito feliz, óbvio).

À tarde tivemos uma festa surpresa para o Sandro. Nota fantástica: o Cadu tocou bateria. Tu és deus ficou animal! Outono, nem tanto. Culpa, sério, de nossa falta de ensaios.

Ficam as fotos. Clique para ver maior.

É isso. Dia 20, sábado, é em Niterói.

abraço,

Eduardo

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Escrito por Eduardo Mano en Música y tiene Ningún comentarios

Funciona assim

Você acessa o MySpace do cara, ou clica na capa do CD abaixo e faz o donwload, gratuito, do EP do Lucas Nobuo.

Pode, claro, me agradecer depois.

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Escrito por Eduardo Mano en Faça um favor a si mesmo, Música, o amor é lindo y tiene (5) Comentarios

Fantástico

É o melhor adjetivo que encontro para descrever o primeiro “single clip” do novo disco de Tiago Guillul. Já falei dele aqui, procurem os antigos links ;) . É ver e gostar.

A letra:

São Sete Voltas P’ra muralha Cair

A ESTRATÉGIA É SIMPLES, NÃO SE CONTAM OS MEIOS
ESTA É UMA GUERRA QUE SE GANHA DE RODEIOS
NO ALTO DA FORTALEZA ELES ATÉ PODEM RIR
UMA VOLTA DADA P’RA MURALHA CAIR

CONTRA OS TIJOLOS MARCHAM AS CANÇÕES
PARECEMOS TOLOS MAS TEMOS OS REFRÕES
É ASSOBIANDO P’RO AR QUE VAMOS INSISTIR
DUAS VOLTAS DADAS P’RA MURALHA CAIR

NÃO É A GEOESTRATÉGIA QUE DIZ
MAS A HOSPITALIDADE DA MERETRIZ
PRENDAM OS CLIENTES, DEIXEM A POBRE SAIR
TRÊS VOLTAS DADAS P’RA MURALHA CAIR

NÃO TEMOS QUARTEL, DORMIMOS NO ARRAIAL
ORQUESTRA DE SOPROS SEM PAUTA MUSICAL
AO AR-LIVRE É QUE GOSTAMOS DE NOS OUVIR
QUATRO VOLTAS DADAS P’RA MURALHA CAIR

NÃO HÁ BATERIA, BAIXO, GUITARRA, MICROFONE
NA TROMBETA TEMOS O NOSSO PROTO-TROMBONE
HAJA BOCA P’RA SOPRAR E PÉS P’RA FUGIR
CINCO VOLTAS DADAS P’RA MURALHA CAIR

UM AGRUPAMENTO QUE NINGUÉM ATURA
O SOM NÃO ENTRETEM, O SOM SÓ DESMURA
NÃO É PARA EMBALAR É MESMO P’RA DEMOLIR
SEIS VOLTAS DADAS P’RA MURALHA CAIR

É AGORA OU NUNCA ENCHAM OS PULMÕES
É MESMO P’RA GRITAR SEM CONTEMPLAÇÕES
DE JERICÓ NEM UMA PEDRA VAI RESISTIR
SÃO SETE VOLTAS P’RA MURALHA CAIR

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Escrito por Eduardo Mano en Faça um favor a si mesmo, Música y tiene (6) Comentarios

Opinião besta: Twitter

Ok, às vezes a gente quer falar sobre coisas que não entende plenamente. Essa é uma dessas vezes.

Hoje em dia qualquer um pode se chamar de expert em mídias sociais. Basta abrir contas em algumas redes, como Orkut, Facebook, MySpace, twitter (dentre tantas outras que surgem assim, do nada), saber administrá-las de forma eficiente, ter um bom número de contatos (ou seguidores) e tá lá, nasceu mais um guru midiático.

Há, entretanto, aqueles que fazem exatamente as mesmas coisas: mantém um número grande de perfis em diversas redes, consegue alguns admiradores e nem por isso crê entender tudo sobre o assunto, até porque nem sempre a pessoa sabe o que fez para “dar certo” no meio digital.

Esse preâmbulo foi apenas uma forma desse texto crescer dois parágrafos.

Entrei no twitter há alguns meses, não levando muita fé no serviço. Na verdade, nunca fui muito crente quanto às redes sociais. Sou (e fui) membro de muitas delas e sempre achei que eram superficiais e sem muito sentido. Confesso que demorei (muito) para entrar no twitter, pois achava que a resposta à pergunta “what are you doing” (hoje, “what’s happening”) era muito besta. Mas fui lá, entrei. Daí a ficha caiu.

Tendo uma banda, a coisa menos inteligente a se fazer é ficar escondido. Não adianta, as pessoas precisam te ver, te conhecer, saber como você pensa e principalmente, conhecer a sua música. O Twitter se mostrou, para mim, a ferramenta perfeita para isso, para falar com as pessoas, e para conhecer outras. O Twitter fez algo que o Orkut não conseguiu, nem o MySpace (e não sei se o Facebook consegue, pois embora esteja lá, eu não uso): tornar a comunicação viável, em cima da hora.

E daí com a tempo a gente vai aprendendo um pouco como funciona, o que fazer, o que não fazer… aprende sobre bots, phishing, RTs da vida… e vai vendo que, assim como nas ruas, lá também tem um “código” de conduta. E aí a gente repara como tem gente sem noção no mundo. Gente que te segue e depois dá unfollow. Gente que se mete à cotoveladas na conversa dos outros. Gente que não dá RT quando passa pra frente algo que você colocou, e assim por diante. Vemos também como o ego e a vaidade das pessoas está lá nas alturas… e daí as pessoas “divulgam” onde vão, com quem estão, o que vão comprar (ou o que compraram) muito mais na maldade do que pela diversão alí da brincadeira. E aí fica chato.

Mas enfim. Voltando às razões pelas quais eu tô lá, e porque eu acho que funciona.

Quando, em 20 agosto de 2008, lançamos o EP Canções para Grupos Pequenos, todo nosso esforço, como banda, foi através de e-mails, orkut e boca a boca. Em um ano e meio, o EP teve quase 1600 downloads. Quando lançamos o Esperança, em 1º de dezembro de 2009, a forma de divulgação (além de e-mail, boca a boca e etc…) foi PREDOMINANTEMENTE no Twitter. O resultado foi (é) que em 3 meses, tivemos mais de 1500 downloads.

O que isso que dizer? Na minha opinião, o twitter é uma ferramenta muito poderosa. Para quem trabalha em alguma área em que a autopromoção se faz necessária (artistas em geral), creio que aderir à rede é uma boa.

Bom, essa é minha absolutamente irrelevante opinião.

abraço,

Eduardo Mano

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Escrito por Eduardo Mano en Pensamentos Dispersos y tiene (4) Comentarios

Como as pessoas chegam aqui

Então tá, né…

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Escrito por Eduardo Mano en o amor é lindo y tiene (7) Comentarios

Niterói, Rio de Janeiro – 24/04/10

Evento
7ª Oficina de Criação IBC
When
Saturday, April 24, 2010
15:00 - All Ages
Where
Igreja Batista da Caminho (map)
Rua Doutor Abi Ramia (Rua 119), casa 149
Piratininga
Niterói, Rio de Janeiro, Brasil
Other Info
Oficina de composição, bate papo, pocket show e tudo mais.

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Escrito por Eduardo Mano en agenda y tiene Ningún comentarios

Atualização

… na página de Artistas Independentes. Helvio Campos, poeta, solicitou que o seu blog fosse linkado, o que foi prontamente atendido. Dá um pulo lá e aproveite. Aproveite também para baixar gratuitamente tudo o que tem por lá. :)

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Escrito por Eduardo Mano en Faça um favor a si mesmo y tiene (1) Comentario

Yesterday

Eu e o Léo tocando uma versão BEM aquém (ver post anterior) da original.

Quando falei de cavaquinho, era mais ou menos nesse sentido. Um Ukulele de pobre (quase 1000 reais contra 230 de um cavaquinho elétrico).

EMI, não nos processe. Somos Beatlemaníacos (eu mais que os outros) de verdade, e não temos a MENOR intenção de ganhar dinheiro tocando Beatles.

Grato,

A gerência

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Escrito por Eduardo Mano en Música y tiene (3) Comentarios

Aquém

Sempre me perguntam a respeito de influências. Quem são aqueles que, de alguma forma, ajudaram a moldar quem sou (pessoalmente) e quem somos (como banda). Estive pensando em alguns nomes, aqueles que sempre digo quando me fazem a pergunta, e então reparei que estou muito aquém de meus influenciadores.

Repare, não é uma questão de humildade extrema. É, antes, uma verificação (um bocado triste, admito) de que algumas vezes, citar suas influências pode ser uma vergonha, tanto para elas (mesmo que mortas) quanto para você (quando as pessoas se dão conta de que você não tem absolutamente nada a ver com seu influenciador).

Mas vejo que isso não se dá apenas comigo. Quando ouço ou leio a lista de influenciadores de outros artistas, escritores, pastores e afins, vejo que pouco ou nenhuma semelhança há entre eles e quem eles dizem ter imprimido algo em suas vidas. Talvez tenham adquirido estilo próprio (o que é um #majorWIN), ou talvez sejam o que às vezes acho que sou: um bando de mascarados que vomita uma lista enorme de pessoas de fato interessantes, na esperança de, em um eventual futuro, figurarem nos mesmos filões.

Creio que, na verdade, quando falamos de influenciadores queremos realmente dizer quem admiramos. Admirar alguém não quer dizer necessariamente que essa pessoa tem influência sobre você. Podemos admirar aspectos da vida de uma pessoa, sem admirar necessariamente o todo. E assim, há tanta admiração que no final das contas, que (pelo menos no meu caso) a coisa se torna meio caótica.

Há pouco tempo estava dando uma revisada em algumas de minhas composições e reparei como elas são diferentes entre si, a ponto de eu não saber se seria algo interessante lançá-las em um mesmo CD, EP, ou seja lá qual formato. Engraçado que quando componho, tento ser o mais honesto possível com Deus, comigo e com minhas habilidades. Não vou fazer algo que esteja além do que sei, pois não vai soar natural. Ao mesmo tempo não quero fazer algo aquém do que posso. E nisso, as coisas vão tomando um rumo que não é muito lógico.

E ainda, quando olho para Aquele que é o alvo do que faço, percebo que qualquer esforço meu, qualquer tentativa, sempre será aquém daquilo que Ele realmente merece… e nesse ponto a frustração é menos pior, pois Ele mesmo conforta e faz saber que perfeição mesmo, só no céu (embora eu sinceramente creia que o Stênio Marcius está bem próximo de atingi-la).

Em certos aspectos, estar aquém é algo a que todos estamos fadados. Seja lá quem formos.

Eduardo Mano

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Escrito por Eduardo Mano en Música, Pensamentos Dispersos, Teologia y tiene (4) Comentarios

Noisetrade, final

Eu disse que teria mais um…

Parece que tudo está funcionando agora. Dá uma chegada lá.

abraço,

Eduardo

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Escrito por Eduardo Mano en Música y tiene Ningún comentarios